Quando enfim me deito, questionam-me os pensamentos: ‘Quanto tempo terei de repouso? Quando me levantarei?’ Então a noite se arrasta e eu fico me virando na cama até que vejo o romper da aurora.
Ao raiar do dia pensarás: ‘Tomara que já fosse noite!’ E ao pôr do sol dirás: ‘Ah! Quem me dera fosse dia!’, por causa do pavor que se apoderará do teu coração e pelo flagelo que teus olhos contemplarão.