Então Yahweh ordenou a Moisés: “Escreve isto para memorial em livro e declara a Josué que hei de extinguir a memória dos amalequitas de debaixo do céu!”
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Depois Moisés construiu um altar, e pôs-lhe este nome: Adonai-Nissi, “o Eterno fez-me aqui um grande milagre”,
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porque ele declarou: “Porquanto Deus levantou a sua bandeira de guerra e jurou, sobre seu trono, que o Eterno lutará contra os amalequitas, de geração em geração!”
Lembra-te do que os amalequitas te fizeram no caminho, quando foste liberto e partiste do Egito.
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Quando estavas cansado e exausto e, de surpresa e pelas tuas costas, sem o menor temor a Deus, atacaram a todos os desfalecidos que iam atrás.
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Quando o SENHOR, teu Deus, te der o descanso de todos os inimigos ao teu redor, na terra que ele te concede para dela tomares posse, deverás apagar a memória de Amaleque de debaixo do céu. Não te esqueças disso!
Davi os atacou de surpresa, e os massacrou desde a alvorada até à tarde do dia seguinte. Ninguém escapou, exceto quatrocentos rapazes que fugiram montados em camelos.
Deus mesmo o sepultou em Moabe, em um vale que fica em frente à cidade de Bete-Peor, mas até estes dias ninguém sabe onde está localizada sua sepultura.
Essas varas eram tão longas que as pontas se estendiam para fora da Arca e podiam ser vistas da parte da frente do santuário interno, mas não de fora dele; e elas permanecem lá até nossos dias.
Por este motivo a minha indignação e a minha ira se derramaram e se inflamaram contra as cidades de Judá e na ruas de Jerusalém, que se tornaram em escombros e desolação, como se pode observar claramente nestes dias.
Os soldados receberam o dinheiro e fizeram como haviam sido orientados. E, por isso, essa versão dos acontecimentos se conta entre os judeus até o dia de hoje.