Davi enviou-lhes alguns homens com a missão de lhes entregarem a seguinte mensagem: “Benditos sejais de Yahweh, por terdes realizado esta obra de misericórdia para com Saul vosso senhor, e lhe terdes dado uma digna sepultura!
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Que Yahweh tenha para convosco misericórdia e bondade, e eu também vos farei bem, porque assim procedestes.
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E agora, enchei-vos de coragem e sede valorosos, porque Saul vosso rei está morto. Quanto a mim, a casa de Judá já me sagrou seu rei.”
Quando os habitantes de Iavesh-Guilad, Jabes-Gileade tomaram conhecimento do que os filisteus haviam feito a Saul e aos seus,
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os mais corajosos dentre o povo foram durante a noite a Bete-Seã. Tiraram da muralha os corpos de Saul e dos seus três filhos e os levaram para a cidade de Jabes, onde os cremaram.
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Depois recolheram os seus ossos e os enterraram debaixo da Tamargueira de Jabes, e jejuaram durante sete dias.
Manassés possuía, com Issacar e com Aser: Bete-Seã, Ibleã e as populações de Dor, En-Dor, Fonte de Habitação; Taanaque e Megido, com todas as suas aldeias. A terceira da lista, isto é, Dor, é conhecida por Nafote-Dor, Planalto de Dor.
E o jovem lhe explicou: “Eu estava casualmente no monte de Gilboa, e de repente encontrei o Saul cambaleando, apoiado sobre sua própria lança. Os carros de guerra e os oficiais da cavalaria inimiga estavam a ponto de alcançá-lo.
Ó colinas de Gilboa, nunca mais haja orvalho nem chuva sobre vós, nem campos férteis que produzam trigo para as ofertas. Porquanto ali foi profanado o escudo dos guerreiros, o escudo de Saul, que jamais será polido com óleo.
E aconteceu que, durante uma batalha com os filisteus, os israelitas foram derrotados, tiveram que fugir para salvar suas vidas e muitos foram mortos no monte Gilboa.