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Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância;
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antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si,
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apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem.
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Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão.
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É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância.
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Foi mesmo, dentre eles, um seu profeta, que disse: Cretenses, sempre mentirosos, feras terríveis, ventres preguiçosos.
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Tal testemunho é exato. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sadios na fé
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e não se ocupem com fábulas judaicas, nem com mandamentos de homens desviados da verdade.
15
Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.
16
No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra.