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	  <title>TNM – Tradução Novo Mundo (Testemunhas de Jeová)</title>
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		<title>Jeremias capítulo 52</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:26:38 +0000</pubDate>
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				Zedequias tinha vinte e um anos quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. E o nome de sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias, de Libna.
				E ele fazia o que era mau aos olhos de Jeová, segundo tudo o que Jeoiaquim fizera.
				Pois, por causa da ira de Jeová, aconteceu em Jerusalém e em Judá, até que os tinha lançado fora de diante da sua face, que Zedequias passou a rebelar-se contra o rei de Babilônia.
				Finalmente, aconteceu no nono ano de ele ser rei, no décimo mês, no dia décimo do mês, que chegou Nabucodorosor, rei de Babilônia, ele e toda a sua força militar, contra Jerusalém, e começaram a acampar-se contra ela e a construir contra ela um muro de sítio ao redor.
				De modo que a cidade veio a estar sob sítio até o décimo primeiro ano do Rei Zedequias.
				No quarto mês, no nono dia do mês, a fome ficou então severa na cidade e não se mostrava haver pão para o povo da terra.
				Por fim se abriu uma brecha na cidade; e no que se refere a todos os homens de guerra, começaram a fugir e a sair da cidade à noite pelo caminho do portão entre a muralha dupla que há junto ao jardim do rei, enquanto os caldeus estavam em toda a volta contra a cidade; e seguiram pelo caminho do Arabá.
				E a força militar dos caldeus foi no encalço do rei, e chegaram a alcançar Zedequias nas planícies desérticas de Jericó; e toda a sua própria força militar foi espalhada do seu lado.
				Pegaram então o rei e trouxeram-no para cima ao rei de Babilônia, em Ribla, na terra de Hamate, para que pronunciasse sobre ele decisões judiciais.
				E o rei de Babilônia passou a abater os filhos de Zedequias diante dos seus olhos, e também a todos os príncipes de Judá ele abateu em Ribla.
				E ele cegou os olhos de Zedequias, após o que o rei de Babilônia o prendeu com grilhões de cobre e o levou a Babilônia, e o pôs na casa de custódia, até o dia da sua morte.
				E no quinto mês, no décimo dia do mês, isto é, [ no ] décimo nono ano do Rei Nabucodorosor, rei de Babilônia, Nebuzaradã, chefe da guarda pessoal, que estava de pé perante o rei de Babilônia, entrou em Jerusalém.
				E ele passou a queimar a casa de Jeová e a casa do rei, bem como todas as casas de Jerusalém; e a toda casa grande ele queimou com fogo.
				E todas as forças militares dos caldeus que estavam com o chefe da guarda pessoal demoliram todas as muralhas de Jerusalém, em todo o redor.
				E a alguns dos de condição humilde do povo, e o resto do povo que fora deixado na cidade, e os desertores que se bandearam para o rei de Babilônia, e o resto dos operários-mestres, Nebuzaradã, chefe da guarda pessoal, levou ao exílio.
				E alguns dos de condição humilde do país foram deixados por Nebuzaradã, chefe da guarda pessoal, como vinhateiros e como trabalhadores compulsórios.
				E as colunas de cobre pertencentes à casa de Jeová, bem como os carrocins e o mar de cobre que havia na casa de Jeová, os caldeus destroçaram e foram carregar todo o cobre deles para Babilônia.
				E levaram os recipientes, e as pás, e os apagadores, e as tigelas, e as taças, e todos os utensílios de cobre com que se costumava ministrar.
				E o chefe da guarda pessoal tomou as bacias, e os porta-lumes, e as tigelas, e os recipientes, e os candelabros, e as taças, e as tigelas, que eram de ouro genuíno e que eram de prata genuína.
				E as duas colunas, o único mar e os doze touros de cobre que havia por baixo [ do mar ], os carrocins, que o Rei Salomão fizera para a casa de Jeová. Não se veio a [ tomar ] o peso ao cobre deles — de todos estes objetos.
				E quanto às colunas, cada coluna tinha dezoito côvados de altura e um cordão de doze côvados é que a rodearia; e sua grossura era da largura de quatro dedos, sendo oca.
				E o capitel sobre ela era de cobre, e a altura de um capitel era de cinco côvados; e quanto à rede e às romãs sobre o capitel, em todo o redor, tudo era de cobre; e a segunda coluna tinha o mesmo que estas, também as romãs.
				E as romãs vieram a ser noventa e seis, aos lados, todas as romãs sendo cem sobre a rede em todo o redor.
				Além disso, o chefe da guarda pessoal tomou Seraías, o sacerdote principal, e Sofonias, o segundo sacerdote, e os três guardas das portas,
				e da cidade ele tomou um oficial da corte, que viera a ser o comissário sobre os homens de guerra, e sete homens dos que tinham acesso ao rei, que se achavam na cidade, e o secretário do chefe do exército, e aquele que recrutava o povo da terra, e sessenta homens do povo da terra, que se achavam no meio da cidade.
				De modo que Nebuzaradã, chefe da guarda pessoal, tomou a estes e os levou ao rei de Babilônia em Ribla.
				E a estes o rei de Babilônia passou a golpear e a entregar à morte em Ribla, na terra de Hamate. Assim foi Judá ao exílio de cima do seu solo.
				Este é o povo que Nabucodorosor levou ao exílio no sétimo ano: três mil e vinte e três judeus.
				No décimo oitavo ano de Nabucodorosor havia de Jerusalém oitocentas e trinta e duas almas.
				No vigésimo terceiro ano de Nabucodorosor, Nebuzaradã, chefe da guarda pessoal, levou judeus ao exílio: setecentas e quarenta e cinco almas. Todas as almas foram quatro mil e seiscentas.
				Por fim aconteceu, no trigésimo sétimo ano do exílio de Joaquim, rei de Judá, no décimo segundo mês, no vigésimo quinto dia do mês, que Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no ano em que se tornou rei, ergueu a cabeça de Joaquim, rei de Judá, e passou a fazê-lo sair da casa do cárcere.
				E começou a falar com ele coisas boas e a pôr seu trono mais alto do que os tronos dos [ outros ] reis que estavam com ele em Babilônia.
				E tirou-lhe sua roupa de preso, e este comia pão diante dele, constantemente, todos os dias da sua vida.
				E, quanto à sua subsistência, dava-se-lhe, como questão diária, contínua subsistência da parte do rei de Babilônia, até o dia da sua morte, todos os dias da sua vida.
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