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	  <title>TNM – Tradução Novo Mundo (Testemunhas de Jeová)</title>
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	<description>Jó capítulo 41</description>
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		<title>Jó capítulo 41</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 05:42:02 +0000</pubDate>
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				“Acaso podes puxar para fora o leviatã com um anzol ou podes manter-lhe a língua abaixada com uma corda?
				Podes pôr-lhe um junco nas narinas ou furar-lhe a queixada com um espinho?
				Far-te-á muitos rogos ou dir-te-á palavras suaves?
				Concluirá contigo um pacto para que o tomes como escravo por tempo indefinido?
				Divertir-te-ás com ele como se fosse um pássaro, ou o atarás para as tuas moças?
				Acaso o regatearão sócios? Acaso o dividirão entre os comerciantes?
				Porventura encherás a sua pele de arpões ou a sua cabeça de chuços de pesca?
				Põe tua mão sobre ele. Lembra-te da batalha. Não o faças de novo.
				Eis que certamente ficará desapontada a expectativa que se tem dele. Também se é arremessado para baixo à mera vista dele.
				Ninguém é tão audaz que o incite. E quem é que se pode manter firme diante de mim?
				Quem me deu primeiro alguma coisa, que eu o deva recompensar? Debaixo dos céus inteiros, é meu.
				Não me calarei sobre as suas partes ou sobre a questão da [ sua ] potência e da graça das suas proporções.
				Quem expôs a face da sua vestimenta? Quem entrará na sua queixada dupla?
				Quem abriu as portas da sua face? Seus dentes em redor são aterradores.
				Leiras de escamas são a sua altivez, fechadas como que por um selo apertado.
				Uma se ajusta bem à outra, e nem mesmo o ar pode penetrar entre elas.
				Cada uma é apegada à outra; agarram-se uma à outra e não podem ser separadas.
				Seus próprios espirros fazem brilhar a luz e seus olhos são como os raios da alva.
				Lampejos procedem da sua boca, sim, faíscas de fogo escapam.
				Das suas narinas sai fumaça, igual a uma fornalha acesa com juncos.
				A própria alma dele incendeia carvões, e até mesmo uma chama sai da sua boca.
				No seu pescoço hospeda-se a força, e diante dele pula o desespero.
				As dobras da sua carne se apegam uma à outra; estão como que fundidas sobre ele, imóveis.
				Seu coração é fundido como pedra, sim, fundido como a mó inferior.
				Por ele se levantar, amedrontam-se os fortes; por causa da consternação, ficam confusos.
				Ao alcançá-lo, a própria espada não se mostra à altura, nem tampouco a lança, o dardo ou a ponta da flecha.
				Considera o ferro apenas como palha, o cobre apenas como pau podre.
				Uma flecha não o põe em fuga; as pedras de funda foram transformadas para ele em mero restolho.
				O cacete foi considerado [ por ele ] como mero restolho, e ri-se do retinir do dardo.
				Suas partes de baixo são como cacos pontiagudos; estende sobre a lama um instrumento de debulhar.
				Faz as profundezas ferver como panela; faz o próprio mar igual a um pote de ungüento.
				Atrás de si faz luzir a senda; considerar-se-ia a água de profundeza como cãs.
				Sobre o pó não há quem lhe seja igual, alguém feito para não ter terror.
				Vê tudo o que é alto. É rei sobre todas as feras majestosas. ”
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