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	  <title>TNM – Tradução Novo Mundo (Testemunhas de Jeová)</title>
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	<description>Jó capítulo 29</description>
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		<title>Jó capítulo 29</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 12:20:09 +0000</pubDate>
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				E Jó passou a encetar novamente seu dito proverbial e prosseguiu, dizendo:
				“Quem me dera estar nos meses lunares de outrora, como nos dias em que Deus cuidava de mim;
				Quando fez a sua lâmpada brilhar sobre a minha cabeça, [ quando ] eu andava [ através da ] escuridão pela sua luz;
				Assim como vim a estar nos dias do meu vigor, quando havia intimidade com Deus na minha tenda;
				Quando o Todo-poderoso ainda estava comigo, [ quando ] meus ajudantes estavam ao redor de mim!
				Quando eu lavava os meus passos em manteiga, e a rocha despejava correntes de azeite para mim;
				Quando eu saía ao portão junto à vila, eu preparava meu assento na praça pública!
				Os rapazes me viam e se escondiam, e até mesmo os idosos se levantavam, ficavam de pé.
				Os próprios príncipes reprimiam as palavras e punham a palma da mão sobre a sua boca.
				A voz dos próprios líderes se escondia, e a própria língua deles se apegava ao céu da sua boca.
				Pois o próprio ouvido escutava e passava a chamar-me feliz, e o próprio olho via e passava a dar testemunho por mim.
				Pois eu salvava ao atribulado que clamava por ajuda, e ao menino órfão de pai e a qualquer que não tinha ajudador.
				A bênção daquele prestes a perecer vinha sobre mim. E eu alegrava o coração da viúva.
				Vestia-me de justiça e ela me revestia. Meu juízo era como uma túnica sem mangas — e um turbante.
				Tornei-me olhos para o cego; e eu era pés para o coxo.
				Eu era um verdadeiro pai para os pobres; e a causa jurídica de alguém que eu não conhecia — eu a examinava.
				E quebrava as mandíbulas do contraventor, dos seus dentes eu arrancava a presa.
				E eu costumava dizer: ‘Expirarei dentro do meu ninho e multiplicarei os [ meus ] dias como os grãos da areia.
				Minha raiz está aberta para as águas, e o próprio orvalho pernoitará sobre o meu ramo.
				Nova é a minha glória comigo, e meu arco na minha mão atirará repetidamente. ’
				Escutavam-me; e esperavam, e silenciavam pelo meu conselho.
				Após as minhas palavras não falavam mais, e sobre eles gotejava a minha palavra.
				E esperavam-me como a chuva e escancaravam a sua boca à chuva da primavera.
				Eu sorria para eles — eles não [ o ] acreditavam — e não lançavam [ de si ] a luz da minha face.
				Eu lhes escolhia o caminho e ficava sentado como cabeça; e residia como um rei entre as [ suas ] tropas, como quem consola os que pranteiam.
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