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	  <title>RVP - Reina valera (Português)</title>
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		<title>João capítulo 19</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:12:36 +0000</pubDate>
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				Então, Pilatos pegou Jesus e o açoitou.
				E os soldados teceram uma coroa de espinhos e puseram-na sobre a cabeça Dele e O vestiram com um manto de púrpura.
				E Lhe diziam: Salve o rei dos judeus! E davam-Lhe bofetadas.
				Então, Pilatos saiu outra vez e disse-lhes: Olhai, eu vo-Lo trago fora, para que vos deis conta de que não acho Nele delito algum.
				E saiu Jesus levando a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Disse-lhes Pilatos: Eis aqui o homem!
				Quando O viram, os principais sacerdotes e os guardas gritaram, dizendo: Crucifica-O! Crucifica-O! Disse-lhes Pilatos: Tomai-O vós e crucificai-O; porque eu não acho delito Nele.
				Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma lei e, segundo nossa Lei, Ele deve morrer, porque fez a Si mesmo Filho de Deus.
				Quando Pilatos ouviu dizer isso, teve mais medo.
				E entrou outra vez no pretório e disse a Jesus: De onde Tu és? Mas Jesus não lhe deu resposta.
				Então, disse-Lhe Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes que tenho autoridade para Te crucificar e que tenho autoridade para Te soltar?
				Respondeu Jesus: Não terias autoridade alguma sobre Mim se do alto não a tivesse dado a ti; portanto, o que Me entregou a ti maior pecado tem.
				Desde então, procurava Pilatos soltá-Lo; porém os judeus gritavam, dizendo: Se soltas a Este, não és amigo de César; todo o que se faz rei se opõe a César.
				Então, Pilatos, ouvindo isso, levou para fora Jesus e se assentou no tribunal no lugar chamado o Pavimento, Gabatá em hebraico.
				E era a preparação da Páscoa, e quase meio-dia. Então, disse aos judeus: Eis aqui vosso rei!
				Mas eles gritavam: Fora, fora, crucifica-O! Pilatos lhes disse: Hei de crucificar o vosso rei? Responderam os principais sacerdotes: Não temos outro rei senão César.
				Então, Pilatos lhes entregou Jesus para que fosse crucificado. Tomaram, pois, a Jesus e O levaram.
				E Ele, carregando Sua cruz, saiu ao lugar chamado Caveira, Gólgota em hebraico;
				e ali O crucificaram e, com Ele, outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio.
				Escreveu também Pilatos um título e o pôs sobre a cruz, no qual dizia: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS.
				E muitos dos judeus leram este título; porque o lugar onde Jesus foi crucificado estava perto da cidade e estava escrito em hebraico, em grego e em latim.
				Os principais sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: Não escrevas: O rei dos judeus; mas Ele disse: Sou rei dos judeus.
				Respondeu Pilatos: O que escrevi está escrito.
				Quando os soldados crucificaram Jesus, tomaram as vestes Dele e fizeram quatro partes, uma para cada soldado. Tomaram também Sua túnica, a qual era sem costura, de um só tecido de alto a baixo.
				Então, disseram entre si: Não a partiremos, mas lançaremos sortes sobre ela, para ver de quem será. Isto foi para que se cumprisse a Escritura, que diz: Repartiram entre si Minhas vestes, E sobre Minha roupa lançaram sortes. E isso é precisamente o que fizeram os soldados.
				Estavam de pé junto a cruz de Jesus Sua mãe e a irmã de Sua mãe, Maria, mulher de Cleofas, e Maria Madalena.
				Quando Jesus viu Sua mãe e, junto a ela, o discípulo a quem Ele amava, disse à Sua mãe: Mulher, eis aí teu filho.
				Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E, desde aquela hora, o discípulo a recebeu em sua casa.
				Depois disso, sabendo Jesus que tudo já estava consumado, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede.
				E havia ali uma vasilha cheia de vinagre; então, eles embeberam em vinagre uma esponja e, sustentando-a num ramo de hissopo, aproximaram-na de Sua boca.
				Logo que Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
				Então, os judeus, já que era a preparação da Páscoa, a fim de que os corpos não ficassem na cruz no sábado (pois aquele sábado era de grande solenidade), rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas e fossem tirados dali.
				Vieram, pois, os soldados e quebraram as pernas do primeiro e também ao outro que havia sido crucificado com Ele.
				Mas, quando chegaram a Jesus, como viram que já estava morto, não Lhe quebraram as pernas.
				Porém, um dos soldados Lhe abriu o lado com uma lança e, no mesmo instante, saiu sangue e água.
				E aquele que o viu testemunhou, e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós o creiais.
				Porque essas coisas sucederam para que se cumprisse a Escritura: Não Lhe será quebrado osso algum.
				Diz também outra vez a Escritura: Olharão para Aquele que traspassaram.
				Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, secretamente por medo dos judeus, rogou a Pilatos que lhe permitisse levar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então, ele foi e levou o corpo de Jesus.
				Também Nicodemos, aquele que antes visitara Jesus à noite, veio trazendo cerca de trinta e seis quilos de um composto de mirra e aloés.
				Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis com especiarias aromáticas, segundo era costume entre os judeus no sepultamento.
				E no lugar onde fora crucificado, havia um horto e nele um sepulcro novo, no qual ninguém ainda fora posto.
				Ali, pois, por causa da preparação da Páscoa dos judeus, e porque aquele sepulcro estava perto, puseram Jesus.
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