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	  <title>RVP - Reina valera (Português)</title>
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	<description>Cantares de Salomão capítulo 6</description>
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		<title>Cantares de Salomão capítulo 6</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 23:15:44 +0000</pubDate>
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				Para onde foi teu amado, ó mais formosa de todas as mulheres? Para onde se dirigiu teu amado? E o procuraremos contigo.
				Meu amado desceu a seu jardim, aos canteiros de bálsamos, para apascentar nos jardins, e para recolher os lírios.
				Eu sou de meu amado, e meu amado é meu! Ele apascenta entre os lírios.
				Formosa és tu, ó amiga minha, como Tirza; encantadora como Jerusalém; imponente como os exércitos em ordem.
				Aparta teus olhos de diante de mim, porque eles fascinam. Teus cabelos são como rebanhos de cabras que se recostam nas ladeiras de Gileade.
				Teus dentes, como rebanho de ovelhas que sobem do banho, todas com crias gêmeas e, entre elas, não há estéril.
				Como metade de romãs são tuas faces entre o véu.
				Sessenta são as rainhas e oitenta as concubinas, e as donzelas sem número;
				porém, única é minha pomba, única é minha perfeita; é a única de sua mãe, a preferida daquela que deu à luz. Viram-na as donzelas e chamaram-na feliz; as rainhas e as concubinas a louvaram.
				Quem é esta que aparece como a alva, formosa como a lua, esclarecida como o sol, imponente como os exércitos em ordem?
				Desci ao jardim das nogueiras a ver os frutos do vale, para ver se brotavam as vides, se floresciam as romãs.
				Antes de dar-me conta, meu desejo me pôs na carruagem com meu príncipe.
				Volta, volta, ó sulamita! Volta, volta, e te vejamos! Que vereis na sulamita? Algo assim como a reunião dos arraiais.
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