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	  <title>RVP - Reina valera (Português)</title>
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		<title>Jó capítulo 31</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:48:12 +0000</pubDate>
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				Fiz pacto com meus olhos de não fixar meu olhar em donzela alguma.
				Porquanto, que galardão me daria lá de cima Deus? E que herança das alturas me daria o Onipotente?
				Não há quebrantamento para o ímpio, e desastre para os que praticam a iniquidade?
				Não vê Ele meus caminhos? E conta todos os meus passos?
				Se andei em mentira, e, se meu pé apressou-se ao engano,
				pese-me Deus em balanças de justiça, e conhecerá minha integridade.
				Se meus passos se apartaram do caminho, se meu coração seguiu meus olhos, e se algo manchado se apegou minhas mãos,
				que outro coma o que eu semeei, e seja arrancada minha sementeira.
				Se meu coração foi seduzido por causa de mulher, e se estive espreitando à porta de meu próximo,
				moa minha mulher para outro, e outros se deitem com ela.
				Porque seria maldade e iniquidade que deveria ser castigada pelos juízes.
				Porque é fogo que devoraria até a perdição, e consumiria toda a minha fazenda.
				Se desprezei o direito de meu servo ou minha serva, quando eles contendiam comigo,
				que faria eu quando Deus Se levantasse? E quando Ele perguntasse, o que eu Lhe responderia?
				Aquele que no ventre me fez não fez também a eles? E não foi um que nos formou na madre?
				Se me neguei ao desejo dos pobres, e fiz desfalecer os olhos da viúva;
				se comi meu bocado sozinho, e dele não comeu o órfão
				(porque, desde minha juventude, cuidei dele como um pai, e, desde o ventre de minha mãe, fui seu protetor);
				se vi algum desafortunado sem roupas e ao necessitado sem abrigo;
				se seus lombos não me abençoaram, e da lã de minhas ovelhas não se esquentaram;
				se contra o órfão levantei minha mão, mesmo que visse apoio na porta;
				minhas costas caiam de meus ombros, e meu braço seja arrancado.
				Porque tive medo do castigo de Deus, contra cuja majestade eu não poderia.
				Se pus no ouro minha esperança, e disse ao ouro: Tu és minha confiança;
				se me alegrei na multiplicação de minhas riquezas, e que minhas mãos amontoavam muito;
				se olhei para o sol, quando resplandecia, ou para a lua quando caminhava formosa,
				e meu coração se enganou em segredo, e minha boca lhes enviou um beijo de adoração com minha mão;
				isso também seria maldade julgada; porque haveria negado ao Deus soberano.
				Se me alegrei no quebrantamento daquele que me aborrecia, e me regozijei quando o mal o achou
				(também não entreguei ao pecado minha língua, pedindo maldição para sua alma);
				quando meus servos diziam: Quem pode achar alguém que não se tenha saciado de seus alimentos?
				(O forasteiro não passava a noite na rua; minhas portas abria ao caminhante);
				se encobri como homem minhas transgressões, escondendo em meu seio minha iniquidade
				por temor da opinião pública, e o desprezo das pessoas me assustava até ficar calado, sem me atrever a sair de minha porta;
				quem me dera que Deus me ouvisse! Eis aqui minha assinatura. Que o Onipotente testifique por mim; ainda que meu adversário escreva um libelo contra mim,
				certamente eu o levaria sobre meu ombro, como uma coroa me cingiria.
				Eu lhe daria conta de todos os meus passos, e como um príncipe me apresentaria perante Ele.
				Se minha terra clamar contra mim, e chorar todos os seus sulcos;
				se comi sua colheita sem pagá-la, ou afligi a alma de seus donos,
				no lugar de trigo, nasçam-me abrolhos, e espinhos no lugar de cevada. Aqui terminam as palavras de Jó.
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