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	<description>Gênesis capítulo 44</description>
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		<title>Gênesis capítulo 44</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 23:02:56 +0000</pubDate>
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 José deu as seguintes ordens ao administrador de sua casa: &quot;Encha as bagagens desses homens com todo o mantimento que puderem carregar e coloque a prata de cada um na boca de sua bagagem. 
				
 Depois coloque a minha taça, a taça de prata, na boca da bagagem do caçula, juntamente com a prata paga pelo trigo&quot;. E ele fez tudo conforme as ordens de José. 
				
 Assim que despontou a manhã, despediram os homens com os seus jumentos. 
				
 Ainda não tinham se afastado da cidade, quando José disse ao administrador de sua casa: &quot;Vá atrás daqueles homens e, quando os alcançar, diga-lhes: Por que retribuíram o bem com o mal? 
				
 Não é esta a taça que o meu senhor usa para beber e para fazer adivinhações? Vocês cometeram grande maldade! &quot; 
				
 Quando ele os alcançou, repetiu-lhes essas palavras. 
				
 Mas eles lhe responderam: &quot;Por que o meu senhor diz isso? Longe dos seus servos fazer tal coisa! 
				
 Nós lhe trouxemos de volta, da terra de Canaã, a prata que encontramos na boca de nossa bagagem. Como roubaríamos prata ou ouro da casa do seu senhor? 
				
 Se algum dos seus servos for encontrado com ela, morrerá; e nós, os demais, seremos escravos do meu senhor&quot;. 
				
 E disse ele: &quot;Concordo. Somente quem for encontrado com ela será meu escravo; os demais estarão livres&quot;. 
				
 Cada um deles descarregou depressa a sua bagagem e abriu-a. 
				
 O administrador começou então a busca, desde a bagagem do mais velho até a do mais novo. E a taça foi encontrada na bagagem de Benjamim. 
				
 Diante disso, eles rasgaram as suas vestes. Em seguida, todos puseram a carga de novo em seus jumentos e retornaram à cidade. 
				
 Quando Judá e seus irmãos chegaram à casa de José, ele ainda estava lá. Então eles se lançaram ao chão perante ele. 
				
 E José lhes perguntou: &quot;Que foi que vocês fizeram? Vocês não sabem que um homem como eu tem poder para adivinhar? &quot; 
				
 Respondeu Judá: &quot;O que diremos a meu senhor? Que podemos falar? Como podemos provar nossa inocência? Deus trouxe à luz a culpa dos teus servos. Agora somos escravos do meu senhor, como também aquele que foi encontrado com a taça&quot;. 
				
 Disse, porém, José: &quot;Longe de mim fazer tal coisa! Somente aquele que foi encontrado com a taça será meu escravo. Os demais podem voltar em paz para a casa do seu pai&quot;. 
				
 Então Judá dirigiu-se a ele, dizendo: &quot;Por favor, meu senhor, permite-me dizer-te uma palavra. Não se acenda a tua ira contra o teu servo, embora sejas igual ao próprio faraó. 
				
 Meu senhor perguntou a estes seus servos se ainda tínhamos pai e algum outro irmão. 
				
 E nós respondemos: Temos um pai já idoso, cujo filho caçula nasceu-lhe em sua velhice. O irmão deste já morreu, e ele é o único filho da mesma mãe que restou, e seu pai o ama muito. 
				
 &quot;Então disseste a teus servos que o trouxessem a ti para que os teus olhos pudessem vê-lo. 
				
 E nós respondemos a meu senhor que o jovem não poderia deixar seu pai, pois, caso o fizesse, seu pai morreria. 
				
 Todavia disseste a teus servos que se o nosso irmão caçula não viesse conosco, nunca mais veríamos a tua face. 
				
 Quando voltamos a teu servo, a meu pai, contamos-lhe o que o meu senhor tinha dito. 
				
 &quot;Quando o nosso pai nos mandou voltar para comprar um pouco mais de comida, 
				
 nós lhe dissemos: Só poderemos voltar para lá, se o nosso irmão caçula for conosco. Pois não poderemos ver a face daquele homem, a não ser que o nosso irmão caçula esteja conosco. 
				
 &quot;Teu servo, meu pai, nos disse então: ‘Vocês sabem que minha mulher me deu apenas dois filhos. 
				
 Um deles se foi, e eu disse: Com certeza foi despedaçado. E até hoje, nunca mais o vi. 
				
 Se agora vocês também levarem este de mim, e algum mal lhe acontecer, a tristeza que me causarão fará com que os meus cabelos brancos desçam à sepultura’. 
				
 &quot;Agora, pois, se eu voltar a teu servo, a meu pai, sem levar o jovem conosco, logo que meu pai, que é tão apegado a ele, 
				
 perceber que o jovem não está conosco, morrerá. Teus servos farão seu velho pai descer seus cabelos brancos à sepultura com tristeza. 
				
 &quot;Além disso, teu servo garantiu a segurança do jovem a seu pai, dizendo-lhe: Se eu não o trouxer de volta, suportarei essa culpa diante de ti pelo resto da minha vida! 
				
 &quot;Por isso agora te peço, por favor, deixa o teu servo ficar como escravo do meu senhor no lugar do jovem e permite que ele volte com os seus irmãos. 
				
 Como poderei eu voltar a meu pai sem levar o jovem comigo? Não! Não posso ver o mal que sobreviria a meu pai&quot;. 
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