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	  <title>KJA – King James (Português)</title>
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	<description>Jó capítulo 29</description>
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		<title>Jó capítulo 29</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 02:37:19 +0000</pubDate>
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				Retomando suas ponderações, acrescentou Jó:
				“Ah! Quanta saudade tenho dos meses do passado, dos bons dias em que Deus me protegia do mal;
				quando a sua lâmpada brilhava sobre a minha cabeça, e mediante a sua luz eu caminhava seguro em meio à mais densa escuridão.
				Como tenho saudade dos dias de plena saúde, quando a amizade de Deus abençoava a minha casa!
				Quando o Todo-Poderoso permanecia junto a mim enquanto caminhávamos, e meus filhos estavam ao meu redor;
				quando os meus passos eram banhados em leite, e da rocha fluía torrentes de azeite puro sobre a minha cabeça.
				Quando eu saía para a porta da cidade, e na praça pública me era dado sentar-me entre os líderes,
				os jovens, respeitosamente, me davam passagem; assim como os idosos se colocavam em pé;
				os príncipes tomavam todo o cuidado ao falar, e chegavam a cobrir a boca com a mão.
				As vozes dos nobres e anciãos silenciavam, e suas línguas grudavam-se ao céu da boca.
				Todos os que me ouviam, consideravam-me feliz e quem me observava dava bom testemunho sobre meu modo de ser e agir;
				pois eu socorria e ajudava a todo necessitado que clamava por cooperação, e ao órfão que não tinha quem o amparasse.
				O que estava à beira da morte me abençoava, e eu conseguia consolar o coração da viúva.
				Eu me vestia de dignidade; minha roupa era a retidão e a justiça meu manto e meu turbante.
				Eu enxergava pelos cegos; era os pés dos que tinham dificuldade para andar.
				Era pai dos pobres e advogava com dedicação a causa dos desconhecidos.
				Quebrava os caninos dos ímpios e arrancava a presa dos dentes dos perversos.
				E então imaginava eu: ‘Morrerei no aconchego da minha casa, e os meus dias serão numerosos como os grãos de areia!
				As minhas raízes chegarão até as águas, e o revigorante orvalho passará a noite nos meus ramos.
				Minha honra se renovará em mim, a cada dia meu arco se fortalecerá na minha mão!’
				Assim, os homens me escutavam com todo respeito, e sem reclamações, em silêncio, atendiam o meu conselho.
				Havendo eu falado, não replicavam; as minhas palavras caíam sobre eles como doce e suave orvalho.
				Esperavam por mim com grande expectativa, como quem espera por uma boa chuvarada, e bebiam minhas palavras como quem abre a boca para apreciar as primeiras chuvas da primavera.
				O meu sorriso era capaz de motivá-los quando estavam deprimidos; a luz do meu rosto lhes fazia recobrar a alegria de viver.
				Eu avaliava e escolhia o caminho que deveriam seguir, assentava-me como seu líder e habitava como rei entre suas tropas; era considerado como consolador dos que sofrem!”
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