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	  <title>KJA – King James (Português)</title>
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	<description>2 Reis capítulo 25</description>
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		<title>2 Reis capítulo 25</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:48:03 +0000</pubDate>
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				Aconteceu que, no nono ano do reinado de Zedequias, no dia dez do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, atacou Jerusalém com todo o seu exército e a sitiou; construiu rampas de ataque ao redor de toda a cidade.
				Assim, Jerusalém foi mantida sob forte cerco militar inimigo até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
				No nono dia do quarto mês, a fome em toda a cidade havia se tornado tão severa que não havia absolutamente mais nada com que o povo pudesse se alimentar.
				Então a muralha da cidade foi rompida, e todos os soldados fugiram durante a noite pelo caminho da porta entre os dois muros, a qual estava junto ao jardim do rei, porque os babilônios sitiavam a cidade toda em toda a volta e o rei fugiu em direção ao Arabá, o vale do Jordão.
				Mas o exército dos babilônios perseguiu o rei e o alcançou nas campinas de Jericó; contudo todo o exército se dispersou.
				Então prenderam o rei e o conduziram a Ribla, diante do rei da Babilônia, que lhe determinou sua sentença.
				Degolaram os filhos de Zedequias à vista do próprio pai, logo em seguida perfuraram seus olhos, prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.
				No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do governo do rei da Babilônia, Nabucodonosor, seu comandante da guarda imperial e conselheiro pessoal, Nevuzaradán, Nebuzaradão, partiu para Jerusalém.
				Assim que chegou à cidade incendiou o templo do SENHOR e o palácio real; queimou também todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes.
				E todo o exército dos babilônios, que acompanhava o comandante Nebuzaradão, colocou abaixo os muros ao redor de Jerusalém.
				Em seguida, Nebuzaradão e seu exército, levou cativo o restante do povo que havia permanecido na cidade, todos os desertores que já haviam passado para o lado do rei da Babilônia e o resto da multidão.
				Contudo, o comandante deixou para trás o povo mais pobre da nação, como os que trabalham nas vinhas e na lavoura em geral.
				Além disso, os caldeus destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo do SENHOR, como também os suportes e o tanque de bronze que estavam guardados no interior da Casa de Yahweh, e levaram todo o bronze para a Babilônia.
				Da mesma forma, tomaram as caldeiras, as pás, os cortadores de pavio, as vasilhas e todos os utensílios sagrados de bronze com que se ministrava o serviço religioso no templo.
				O comandante da guarda imperial levou também os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.
				O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão tinha mandado fazer com arte para o templo do SENHOR eram mais pesados do que se podia pesar com os instrumentos da época.
				A altura de uma coluna era de oito metros e dez centímetros. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor.
				O comandante da guarda levou também Seraías, o chefe dos sacerdotes, Tsefaniáhu, Sofonias, o vice-sacerdote, e os três guardas do portão de entrada.
				Levou um oficial da cidade, responsável pelos soldados de batalha, e cinco oficiais do rei que ainda permaneciam na cidade, como também o secretário do exército, principal líder e coordenador do sistema de alistamento militar no país, e mais sessenta homens do povo.
				O comandante Nebuzaradão conduziu todos cativos à presença do rei da Babilônia, em Ribla.
				E o rei da Babilônia, em Ribla, determinou a execução sumária de todos os prisioneiros de Jerusalém. Assim Judá foi para o exílio, para longe de sua terra.
				Nabucodonosor, rei da Babilônia, nomeou Guedaliáhu ben Ahicam, Gedalias, filho de Alcam e neto de Safã, como governador dos pobres e doentes que haviam sido deixados em Judá.
				Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumete, da cidade de Netofa; e Jazanias, de Maacá, todos líderes do exército, souberam que o rei da Babilônia havia constituído Gedalias como governador em Judá, eles e seus soldados foram falar com Gedalias em Mispá.
				E Gedalias assumiu um compromisso mediante juramento diante dessas pessoas, declarando: “Não temais servir aos babilônios; permanecei na terra e servi ao rei da Babilônia, e tudo vos correrá bem!”
				Entretanto, no sétimo mês, Ismael, filho de Netanias e neto de Elisama, que tinha sangue real, foi com dez homens e assassinou Gedalias e os judeus e os babilônios que estavam em Mispá.
				Então todo o povo, desde as crianças até os idosos, inclusive os líderes do exército, fugiram para o Egito, com grande medo dos caldeus.
				No trigésimo sétimo ano do exílio babilônico de Joaquim, o rei de Judá, no ano em que Evil Merodah, também chamado de Amel-Marduque, foi proclamado rei da Babilônia, e ele decidiu perdoar Joaquim e libertá-lo da prisão, no vigésimo sétimo dia do décimo segundo mês.
				Ele tratou o rei Joaquim com misericórdia e dignidade, e concedeu-lhe o lugar mais honrado entre os outros reis que estavam com ele na Babilônia.
				E, por esse motivo, Joaquim teve o direito de trocar suas roupas de prisioneiro e passou a fazer suas refeições à mesa real todos os dias da sua vida.
				E seu sustento diário foi garantido constantemente pelo rei caldeu, dia após dia, enquanto viveu.
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