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		<title>Jó capítulo 41</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 08:37:06 +0000</pubDate>
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				Podes tu, com anzol, apanhar o crocodilo ou lhe travar a língua com uma corda?
				Podes meter-lhe no nariz uma vara de junco? Ou furar-lhe as bochechas com um gancho?
				Acaso, te fará muitas súplicas? Ou te falará palavras brandas?
				Fará ele acordo contigo? Ou tomá-lo-ás por servo para sempre?
				Brincarás com ele, como se fora um passarinho? Ou tê-lo-ás preso à correia para as tuas meninas?
				Acaso, os teus sócios negociam com ele? Ou o repartirão entre os mercadores?
				Encher-lhe-ás a pele de arpões? Ou a cabeça, de farpas?
				Põe a mão sobre ele, lembra-te da peleja e nunca mais o intentarás.
				Eis que a gente se engana em sua esperança; acaso, não será o homem derribado só em vê-lo?
				Ninguém há tão ousado, que se atreva a despertá-lo. Quem é, pois, aquele que pode erguer-se diante de mim?
				Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.
				Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem da graça da sua compostura.
				Quem lhe abrirá as vestes do seu dorso? Ou lhe penetrará a couraça dobrada?
				Quem abriria as portas do seu rosto? Pois em roda dos seus dentes está o terror.
				As fileiras de suas escamas são o seu orgulho, cada uma bem encostada como por um selo que as ajusta.
				A tal ponto uma se chega à outra, que entre elas não entra nem o ar.
				Umas às outras se ligam, aderem entre si e não se podem separar.
				Cada um dos seus espirros faz resplandecer luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva.
				Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
				Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente ou de juncos que ardem.
				O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.
				No seu pescoço reside a força; e diante dele salta o desespero.
				Suas partes carnudas são bem pegadas entre si; todas fundidas nele e imóveis.
				O seu coração é firme como uma pedra, firme como a mó de baixo.
				Levantando-se ele, tremem os valentes; quando irrompe, ficam como que fora de si.
				Se o golpe de espada o alcança, de nada vale, nem de lança, de dardo ou de flecha.
				Para ele, o ferro é palha, e o cobre, pau podre.
				A seta o não faz fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.
				Os porretes atirados são para ele como palha, e ri-se do brandir da lança.
				Debaixo do ventre, há escamas pontiagudas; arrasta-se sobre a lama, como um instrumento de debulhar.
				As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como caldeira de ungüento.
				Após si, deixa um sulco luminoso; o abismo parece ter-se encanecido.
				Na terra, não tem ele igual, pois foi feito para nunca ter medo.
				Ele olha com desprezo tudo o que é alto; é rei sobre todos os animais orgulhosos.
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