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mas observamos a Jesus, que havia sido feito um pouco menor que os anjos, coroado de glória e de honra por ter sofrido a morte, para que, pela benignidade imerecida de Deus, provasse a morte por todo [ homem ].
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Porque era próprio que aquele, para quem são todas as coisas e por intermédio de quem são todas as coisas, trazendo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse por sofrimentos o Agente Principal da salvação deles.
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Porque tanto aquele que santifica como os que estão sendo santificados [ provêm ] todos de um só, e por esta causa ele não se envergonha de chamá-los “irmãos”,
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dizendo: “Declararei o teu nome a meus irmãos; no meio da congregação louvar-te-ei com cântico. ”
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E, novamente: “Terei nele a minha confiança. ” E, novamente: “Aqui estou eu e as criancinhas que Jeová me deu. ”
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Portanto, visto que as “criancinhas” são partícipes de sangue e carne, ele participou também similarmente das mesmas coisas, para que, pela sua morte, reduzisse a nada aquele que tem os meios de causar a morte, isto é, o Diabo,
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e [ para que ] emancipasse todos os que pelo temor da morte estavam toda a sua vida sujeitos à escravidão.
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Pois ele realmente não auxilia em nada os anjos, mas auxilia o descendente de Abraão.
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Conseqüentemente, ele estava obrigado a tornar-se igual aos seus “irmãos” em todos os sentidos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas referentes a Deus, a fim de oferecer sacrifício propiciatório pelos pecados do povo.