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Quanto à prerrogativa legítima dos sacerdotes da parte do povo, sempre que um homem oferecia um sacrifício, vinha um ajudante do sacerdote com o garfo de três pontas na sua mão, justamente quando se cozinhava a carne,
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e metia-o na bacia, ou na caldeira de duas asas, ou no caldeirão, ou na caçarola. Tudo o que o garfo tirava, o sacerdote tomava para si. Era assim que faziam em Silo a todos os israelitas que vinham para lá.
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Também, antes mesmo de poderem fazer fumegar a gordura, vinha o ajudante do sacerdote e dizia ao homem que oferecia o sacrifício: “Dá-me carne para assar, para o sacerdote, para que não receba de ti carne cozida, senão crua. ”
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Quando o homem lhe dizia: “Que estejam bem certos de primeiro fazerem fumegar a gordura. Depois toma para ti o que for que a tua alma almejar”, ele realmente dizia: “Não, porém deves dá-la agora; e, se não, terei de tomá-la à força! ”