Vê, ó Jeová, pois estou num sério aperto. Meus próprios intestinos estão em fermento. Meu coração se revolveu no meu íntimo, pois fui inteiramente rebelde. Lá fora, a espada está privando de filhos. Dentro de casa é como a morte.
Vê, ó Jeová, e olha deveras para aquele a quem trataste severamente desta maneira. Acaso devem as mulheres estar comendo os seus próprios frutos, as crianças que nascem plenamente formadas, ou devem ser mortos o sacerdote e o profeta no santuário de Jeová?
“Por favor, lembra-te da palavra que ordenaste a Moisés, teu servo, dizendo: ‘Se vós, da vossa parte, agirdes de modo infiel, eu, da minha parte, vos espalharei entre os povos.
Tu mesmo [ o ] soubeste. Ó Jeová, lembra-te de mim e volta tua atenção para mim, e vinga-me dos meus perseguidores. Na tua vagarosidade em irar-te, não me tires. Nota como suporto vitupério por tua própria causa.
Ó Jeová, ouvi as notícias a teu respeito. Fiquei com medo da tua atuação, ó Jeová. Aviva-a no meio dos anos! Torna-a conhecida no meio dos anos. Durante a agitação, que tu te lembres de ter misericórdia.
Por causa de ti bateram palmas todos os que passaram pela estrada. Assobiaram e continuaram a menear a cabeça por causa da filha de Jerusalém, [ dizendo: ] “É esta a cidade da qual se dizia: ‘Ela é a perfeição da lindeza, uma exultação para toda a terra’? ”
Por conseguinte, disseram-me: “Os que restaram, que remanesceram do cativeiro, lá no distrito jurisdicional, estão em grandes apuros e em vitupério; e a muralha de Jerusalém está derrocada e seus próprios portões foram queimados com fogo. ”
Ouve, ó nosso Deus, porque nos temos tornado objeto de desprezo; e faze seu vitupério voltar sobre as suas próprias cabeças e entrega-os ao saque na terra do cativeiro.