E durante esses muitos dias sucedeu que finalmente morreu o rei do Egito, mas os filhos de Israel continuaram a suspirar por causa da escravidão e a clamar em queixa, e seu clamor por ajuda, por causa da escravidão, ascendia ao [ verdadeiro ] Deus.
E Jeová acrescentou: “Indubitavelmente, tenho visto a tribulação do meu povo que está no Egito e tenho ouvido seu clamor por causa daqueles que os compelem a trabalhar; porque eu bem sei das dores que sofrem.
No entanto, Jeová mostrou-lhes favor e teve misericórdia com eles, e virou-se para eles por causa do seu pacto com Abraão, Isaque e Jacó; e ele não quis arruiná-los e não os lançou fora diante da sua face até agora.
Porque estar sob a sua ira é [ apenas ] por um instante, estar sob a sua boa vontade é para toda uma vida. À noitinha talvez tome pousada o choro, mas de manhã há um clamor jubilante.
“É Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com mimo? Pois, ao ponto de eu falar contra ele, sem falta me lembrarei dele ainda mais. Por isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele. Decididamente terei piedade dele”, é a pronunciação de Jeová.
“Como posso dar-te, ó Efraim? [ Como ] posso entregar-te, ó Israel? Como posso pôr-te como Admá? [ Como ] posso colocar-te como Zeboim? Meu coração se transformou dentro de mim; ao mesmo tempo inflamaram-se as minhas compaixões.
Levantou-se assim e foi ter com seu pai. Enquanto ainda estava longe, seu pai o avistou e teve pena, e correu e lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou ternamente.