39
Vede agora que eu — eu é que o sou, e não há [ outros ] deuses comigo. Eu entrego à morte e eu vivifico. Feri seriamente, e eu — eu vou curar, e não há quem arrebata da minha mão.
40
Levanto minha mão para o céu [ em juramento ] e digo deveras: “Assim como vivo por tempo indefinido”,
41
Se eu deveras afiar minha espada lampejante, e minha mão se apoderar do julgamento, pagarei de volta vingança aos meus adversários, e retribuirei aos que me odeiam intensamente.
42
Embriagarei as minhas flechas com sangue, ao passo que minha espada comerá carne, com o sangue dos que foram mortos e dos cativos, com [ o das ] cabeças dos líderes do inimigo. ’