Jeová é meu rochedo, e minha fortaleza, e Aquele que me põe a salvo. Meu Deus é minha rocha. Nele me refugiarei, meu escudo e meu chifre de salvação, minha altura protetora.
Fui considerado como estando entre os que descem ao poço; tornei-me igual a um varão vigoroso sem força,
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Liberto entre os próprios mortos, deitado na sepultura como os que foram mortos, dos quais não mais te lembraste e que foram cortados da tua própria mão [ ajudadora ].
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Puseste-me num poço de maior fundura, em lugares escuros, num grande abismo.
Oh! responde-me depressa, ó Jeová! Meu espírito chegou ao fim. Não escondas de mim a tua face, senão terei de tornar-me comparável aos que descem ao poço.
Pois não é o Seol que te pode elogiar; a própria morte não te pode louvar. Os que descem ao poço não podem olhar esperançosamente para a tua veracidade.
E lançou-o no abismo, e fechou e selou [ este ] sobre ele, para que não mais desencaminhasse as nações até que tivessem terminado os mil anos. Depois destas coisas terá de ser solto por um pouco.