E eu prossegui, agindo em prol do meu próprio nome, para que não fosse profanado perante os olhos das nações entre as quais estavam, porque eu me dera a conhecer a eles perante os seus olhos, fazendo-os sair da terra do Egito.
“Portanto, dize à casa de Israel: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Não é por vós que eu faço [ isso ], ó casa de Israel, mas por meu santo nome que tendes profanado entre as nações nas quais entrastes. ”’
E agora, por favor, torne-se grande o teu poder, ó Jeová, assim como falaste, dizendo:
18
‘Jeová, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência, perdoando erro e transgressão, mas ele de modo algum eximirá da punição, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos, sobre a terceira geração e sobre a quarta geração. ’
19
Por favor, perdoa o erro deste povo segundo a grandeza da tua benevolência e assim como perdoaste a este povo desde o Egito até agora. ”
Mas, não é com o dom como é com a falha. Porque, se pela falha de um só homem muitos morreram, abundou muito mais, para com muitos, a benignidade imerecida de Deus e a sua dádiva gratuita com a benignidade imerecida por um só homem, Jesus Cristo.
Para que fim? Para que, assim como o pecado reinou com a morte, do mesmo modo também a benignidade imerecida reinasse por intermédio da justiça, visando a vida eterna por intermédio de Jesus Cristo, nosso Senhor.