E Síon, rei de Hésbon, não nos deixou passar por ele, porque Jeová, teu Deus, havia deixado seu espírito ficar obstinado e seu coração endurecido, para entregá-lo na tua mão, assim como no dia de hoje.
E assim foi que, por meio dos porta-vozes dos príncipes de Babilônia, que lhe foram enviados para consultá-lo a respeito do portento que ocorrera no país, o [ verdadeiro ] Deus o abandonou, para que fosse posto à prova, a fim de saber tudo [ o que havia ] no seu coração.
Os príncipes de Zoã são deveras tolos. Quanto aos sábios dos conselheiros de Faraó, [ seu ] conselho é algo desarrazoado. Como direis vós a Faraó: “Sou filho de sábios, filho de reis de outrora”?
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Então, onde é que estão — os vossos sábios — para que te informem, pois, e para que saibam que Jeová dos exércitos deu conselho a respeito do Egito?
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Os príncipes de Zoã agiram tolamente, os príncipes de Nofe foram enganados, os homens-chave das suas tribos fizeram o Egito andar vagueando.
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O próprio Jeová misturou no meio da sua [ terra ] o espírito de desorientação; e eles fizeram o Egito andar vagueando em todo o seu trabalho, assim como se faz um bêbedo vaguear no seu vômito.
“Fiquei indignado com o erro do seu lucro injusto e passei a golpeá-lo, escondendo [ o meu rosto ] enquanto eu estava indignado. Mas ele continuou a andar como renegado no caminho do seu coração.