Quanto à mulher delicada e mimosa no teu meio, que nunca tentou pôr a sola de seu pé na terra, por ser de hábito mimoso e por ser delicada, seu olho será mal-intencionado para com seu querido esposo, e para com seu filho e sua filha,
até mesmo para com as suas secundinas que saírem de entre as suas pernas, e para com os seus filhos que passou a dar à luz, visto que os comerá às escondidas pela carência de tudo, por causa do cerco e do aperto com que teu inimigo te assediará dentro dos teus portões.
Imediatamente, a mulher cujo filho era o vivo disse ao rei ( pois as suas emoções íntimas estavam agitadas para com o seu filho, de modo que disse ): “Perdão, meu senhor! Dai-lhe o menino vivo. De modo algum o entregueis à morte. ” Enquanto isso, a outra mulher dizia: “Não se tornará nem meu nem teu. Fazei o corte! ”
E o rei prosseguiu, dizendo-lhe: “Que tens? ” De modo que ela disse: “Esta mesma mulher me disse: ‘Dá o teu filho para que o comamos hoje, e amanhã comeremos o meu próprio filho. ’
Por conseguinte, cozinhamos o meu filho e o comemos. Então eu lhe disse no dia seguinte: ‘Dá o teu filho para que o comamos. ’ Mas ela escondeu o seu filho. ”
Vê, ó Jeová, e olha deveras para aquele a quem trataste severamente desta maneira. Acaso devem as mulheres estar comendo os seus próprios frutos, as crianças que nascem plenamente formadas, ou devem ser mortos o sacerdote e o profeta no santuário de Jeová?