Imediatamente, a mulher cujo filho era o vivo disse ao rei ( pois as suas emoções íntimas estavam agitadas para com o seu filho, de modo que disse ): “Perdão, meu senhor! Dai-lhe o menino vivo. De modo algum o entregueis à morte. ” Enquanto isso, a outra mulher dizia: “Não se tornará nem meu nem teu. Fazei o corte! ”