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	  <title>TNM – Tradução Novo Mundo (Testemunhas de Jeová)</title>
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	<description>Lucas capítulo 23</description>
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		<title>Lucas capítulo 23</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:13:08 +0000</pubDate>
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				Levantando-se assim a multidão deles, levaram-no a Pilatos.
				Principiaram então a acusá-lo, dizendo: “Achamos este homem subvertendo a nossa nação e proibindo o pagamento de impostos a César, e dizendo que ele mesmo é Cristo, um rei. ”
				Pilatos fez-lhe então uma pergunta: “És tu o rei dos judeus? ” Em resposta a ele, disse: “Tu mesmo [ o ] dizes. ”
				Pilatos disse então aos principais sacerdotes e às multidões: “Não acho crime neste homem. ”
				Mas começaram a ficar insistentes, dizendo: “Ele atiça o povo por ensinar em toda a Judéia, principiando da Galiléia até mesmo aqui. ”
				Ouvindo isso, Pilatos perguntou se o homem era galileu,
				e, depois de averiguar que ele vinha da jurisdição de Herodes, enviou-o a Herodes, que também estava em Jerusalém naqueles dias.
				Quando Herodes viu Jesus, alegrou-se grandemente, porque já por bastante tempo queria vê-lo, por ter ouvido [ falar ] dele, e esperava ver algum sinal realizado por ele.
				Começou então a interrogá-lo com muitas palavras; mas ele não lhe dava resposta.
				No entanto, os principais sacerdotes e os escribas levantavam-se e acusavam-no veementemente.
				Então Herodes, junto com os soldados de sua guarda, o desacreditava e se divertia às custas dele por vesti-lo com uma roupa vistosa, e o mandou de volta a Pilatos.
				Tanto Herodes como Pilatos tornaram-se assim naquele mesmo dia amigos mútuos; porque antes disso haviam mantido inimizade entre si.
				Pilatos convocou então os principais sacerdotes, e os governantes, e o povo,
				e disse-lhes: “Trouxestes-me este homem como alguém que incita o povo à revolta, e, eis que o examinei na frente de vós, mas não achei neste homem base para as acusações que lançais contra ele.
				De fato, tampouco Herodes, pois no-lo enviou de volta; e, eis que ele não cometeu nada que mereça a morte.
				Portanto, eu o castigarei e o livrarei. ”
				——
				Mas eles clamaram com toda a sua multidão, dizendo: “Tira a este, mas livra-nos a Barrabás! ”
				( [ Homem este ] que tinha sido lançado na prisão por certa sedição que ocorreu na cidade e por assassínio. )
				Pilatos exclamou novamente para eles, porque queria livrar Jesus.
				Começaram então a berrar, dizendo: “Para a estaca! Para a estaca com ele! ”
				Disse-lhes pela terceira vez: “Por que, que coisa má fez este [ homem ]? Não achei nele nada que mereça a morte; portanto, eu o castigarei e o livrarei. ”
				Em vista disso começaram a instar, com vozes altas, exigindo que fosse pregado numa estaca; e as suas vozes começaram a prevalecer.
				De modo que Pilatos proferiu sentença para que se satisfizesse a exigência deles:
				livrou-lhes o homem que tinha sido lançado na prisão por sedição e assassínio, e a quem exigiam, mas entregou Jesus à vontade deles.
				Então, quando o levaram embora, pegaram Simão, certo nativo de Cirene, que vinha do campo, e puseram nele a estaca de tortura para a levar atrás de Jesus.
				Mas, seguia-lhe uma grande multidão do povo e de mulheres que se batiam de pesar e que o lamentavam.
				Jesus voltou-se para as mulheres e disse: “Filhas de Jerusalém, parai de chorar por mim. Ao contrário, chorai por vós mesmas e pelos vossos filhos;
				porque, eis que virão dias em que as pessoas dirão: ‘Felizes as mulheres estéreis e as madres que não deram à luz, e os peitos que não amamentaram! ’
				Então principiarão a dizer aos montes: ‘Caí sobre nós! ’, e às colinas: ‘Cobri-nos! ’
				Porque, se fazem estas coisas quando a árvore é seivosa, o que ocorrerá quando estiver ressequida? ”
				Mas, dois outros homens, malfeitores, também estavam sendo levados para serem executados com ele.
				E quando chegaram ao lugar chamado Caveira, pregaram-no numa estaca, e assim também os malfeitores, um à sua direita e outro à sua esquerda.
				[ [ Mas Jesus estava dizendo: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo. ” ] ] Outrossim, para distribuírem as roupas dele, lançaram sortes.
				E o povo parava, olhando. Mas os governantes escarneciam, dizendo: “A outros ele salvou; salve-se a si mesmo, se este é o Cristo de Deus, o Escolhido. ”
				Até mesmo os soldados se divertiam às custas dele, chegando-se perto e oferecendo-lhe vinho acre,
				e dizendo: “Se tu és o rei dos judeus, salva-te. ”
				Havia também uma inscrição por cima dele: “Este é o rei dos judeus. ”
				Mas, um dos malfeitores pendurados começou a dizer-lhe de modo ultrajante: “Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós. ”
				Em resposta, o outro o censurou e disse: “Não temes absolutamente a Deus, agora que estás no mesmo juízo?
				E nós, deveras, com justiça, pois estamos recebendo plenamente o que merecemos pelas coisas que fizemos; mas este [ homem ] não fez nada fora de ordem. ”
				E ele prosseguiu a dizer: “Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino. ”
				E ele lhe disse: “Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso. ”
				Bem, era então já cerca da sexta hora, contudo, caiu escuridão sobre toda a terra, até à nona hora,
				porque a luz do sol falhou; a cortina do santuário rasgou-se então pelo meio.
				E Jesus exclamou com voz alta e disse: “Pai, às tuas mãos confio o meu espírito. ” Dizendo isso, expirou.
				Vendo o que estava ocorrendo, o oficial do exército começou a glorificar a Deus, dizendo: “Realmente, este homem era justo. ”
				E todas as multidões, ajuntadas ali para o espetáculo, ao observarem as coisas que ocorriam, começaram a voltar, batendo-se no peito.
				Além disso, todos os conhecidos dele estavam parados [ ali ] à distância. Também mulheres, que juntas lhe tinham seguido desde a Galiléia, estavam paradas [ ali ] observando estas coisas.
				E eis um homem de nome José, que era membro do Conselho, homem bom e justo —
				este [ homem ] não tinha votado em apoio do desígnio e da ação deles — ele era de Arimatéia, uma cidade dos da Judéia, e aguardava o reino de Deus;
				este [ homem ] foi a Pilatos e pediu o corpo de Jesus.
				E ele o tirou e enrolou em linho fino, e o deitou num túmulo escavado na rocha, em que ainda ninguém tinha sido deitado.
				Ora, era o dia da Preparação e aproximava-se a luz vespertina do sábado.
				Mas as mulheres, que tinham vindo com ele desde a Galiléia, acompanhavam-no, e foram ver o túmulo memorial e como o corpo dele estava deitado;
				e voltaram para preparar aromas e óleos perfumados. Mas, naturalmente, descansaram no sábado, segundo o mandamento.
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