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	  <title>TNM – Tradução Novo Mundo (Testemunhas de Jeová)</title>
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		<title>Marcos capítulo 15</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:37:07 +0000</pubDate>
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				E logo ao amanhecer, os principais sacerdotes, com os anciãos e os escribas, sim, o Sinédrio inteiro, realizaram uma consulta, e amarraram Jesus e o levaram e entregaram a Pilatos.
				De modo que Pilatos o interrogou: “És tu o rei dos judeus? ” Respondendo-lhe, disse: “Tu mesmo [ o ] dizes. ”
				Mas os principais sacerdotes passaram a acusá-lo de muitas coisas.
				Pilatos começou então a interrogá-lo novamente, dizendo: “Não respondes nada? Vê quantas acusações lançam contra ti. ”
				Mas Jesus não respondeu mais, de modo que Pilatos começou a maravilhar-se.
				Ora, de festividade em festividade, ele costumava soltar-lhes um preso, aquele que requeressem.
				Naquele tempo havia o chamado Barrabás preso com os sediciosos, que na sua sedição haviam cometido assassínio.
				A multidão chegou-se assim e principiou a requerer segundo o que ele costumava fazer para eles.
				Pilatos respondeu-lhes, dizendo: “Quereis que eu vos livre o rei dos judeus? ”
				Pois ele se apercebia de que os principais sacerdotes o tinham entregado por inveja.
				Mas os principais sacerdotes atiçaram a multidão para que lhes livrasse antes a Barrabás.
				Novamente, em resposta, Pilatos dizia-lhes: “O que hei de fazer então com aquele a quem chamais de rei dos judeus? ”
				Mais uma vez clamaram: “Para a estaca com ele! ”
				Mas Pilatos prosseguiu a dizer-lhes: “Ora, o que fez ele de mal? ” Todavia, clamaram tanto mais: “Para a estaca com ele! ”
				Em vista disso, Pilatos, desejando satisfazer a multidão, livrou-lhes Barrabás, e, depois de mandar Jesus ser chicoteado, entregou-o para ser pregado numa estaca.
				Os soldados levaram-no então ao pátio, isto é, ao palácio do governador; e convocaram todo o corpo de tropa,
				e cobriram-no de púrpura e trançaram uma coroa de espinhos e a puseram nele.
				E principiaram a cumprimentá-lo: “Bom dia, ó Rei dos judeus! ”
				Batiam-lhe também com uma cana na cabeça e cuspiam nele, e, dobrando os joelhos, prestavam-lhe homenagem.
				Por fim, depois de se terem divertido às custas dele, tiraram-lhe a púrpura e puseram-lhe sua roupagem exterior. E levaram-no fora para o pregarem numa estaca.
				Obrigaram também um transeunte que vinha do campo, certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e de Rufo, a prestar serviço por levar a sua estaca de tortura.
				Trouxeram-no assim ao lugar de Gólgota, que significa, traduzido, Lugar da Caveira.
				Ali tentaram dar-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não quis tomá-lo.
				E pregaram-no numa estaca e distribuíram sua roupagem exterior por lançarem sortes sobre ela, quanto a quem havia de ficar com quê.
				Era então a terceira hora, e pregaram-no numa estaca.
				E a inscrição de acusação estava escrita mais acima: “O Rei dos Judeus. ”
				Além disso, junto com ele, pregaram também em estacas dois salteadores, um à sua direita e outro à sua esquerda.
				——
				E os que passavam por ali falavam dele de modo ultrajante, sacudindo a cabeça e dizendo: “Ora! Tu, pretenso derrubador do templo e construtor dele no tempo de três dias,
				salva-te por descer da estaca de tortura. ”
				De maneira similar, também os principais sacerdotes divertiam-se entre si, com os escribas, e diziam: “A outros ele salvou; a si mesmo não pode salvar!
				Desça agora da estaca de tortura o Cristo, o Rei de Israel, para que vejamos e creiamos. ” Vituperaram-no até mesmo os que com ele foram pregados em estacas.
				Quando veio a sexta hora, caiu escuridão sobre todo o país, até à nona hora.
				E à nona hora, Jesus clamou com voz alta: “Eli, Eli, lama sabactâni? ” que significa, traduzido: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste? ”
				E alguns dos parados por perto, ouvindo isso, começaram a dizer: “Eis que está chamando Elias. ”
				Mas um [ deles ] correu, ensopou uma esponja em vinho acre, colocou-a numa cana e começou a dar-lhe de beber, dizendo: “Deixai [ -o ]! Vejamos se Elias vem tirá-lo dali. ”
				Mas Jesus deu um alto grito e expirou.
				E a cortina do santuário rasgou-se em dois, de alto a baixo.
				Ora, quando o oficial do exército, que estava presente, tendo-o sob as vistas, viu que tinha expirado nestas circunstâncias, disse: “Certamente este homem era o Filho de Deus. ”
				Havia ali também mulheres observando de certa distância, entre as quais Maria Madalena, bem como Maria, a mãe de Tiago, o Menor, e de Josés, e Salomé,
				que costumavam acompanhá-lo e ministrar-lhe quando ele estava na Galiléia, e muitas outras mulheres, que vieram com ele a Jerusalém.
				A tarde já estava então avançada, e, visto ser a Preparação, isto é, o dia antes do sábado,
				veio José de Arimatéia, membro bem conceituado do Conselho, que também aguardava o reino de Deus. Ele tomou ânimo para comparecer perante Pilatos e pediu o corpo de Jesus.
				Mas, Pilatos perguntava-se se já estaria morto, e, convocando o oficial do exército, perguntou-lhe se já tinha morrido.
				Assim, depois de certificar-se por intermédio do oficial do exército, concedeu a José o cadáver.
				Concordemente, ele comprou linho fino e tirou-o dali, enrolou-o no linho fino e deitou-o num túmulo aberto na rocha; e rolou uma pedra à porta do túmulo memorial.
				Maria Madalena e Maria, a mãe de Josés, porém, continuavam a olhar para onde tinha sido deitado.
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