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	  <title>TNM – Tradução Novo Mundo (Testemunhas de Jeová)</title>
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		<title>Lamentaciones capítulo 2</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:13:21 +0000</pubDate>
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				Como Jeová, na sua ira, enublou a filha de Sião! Lançou a beleza de Israel do céu para a terra. E não se lembrou do seu escabelo no dia da sua ira.
				Jeová tragou, não teve compaixão de qualquer lugar de permanência de Jacó. Na sua fúria derrubou as praças fortes da filha de Judá. Pôs em contato com a terra, profanou o reino e os príncipes dela.
				No ardor da ira, ele cortou todo chifre de Israel. Fez recuar a sua direita de diante do inimigo; e continua ardendo em Jacó como fogo chamejante que devora em todo o redor.
				Ele entesou seu arco como um inimigo. Sua direita tomou posição como um adversário, e ele matava a todos os desejáveis aos olhos. Derramou seu furor como fogo na tenda da filha de Sião.
				Jeová tornou-se como um inimigo. Tragou a Israel. Tragou todas as suas torres de habitação; arruinou as suas praças fortes. E na filha de Judá faz abundar luto e lamentação.
				E ele trata com violência a sua barraca, como a que há num jardim. Arruinou a sua festividade. Jeová fez esquecer em Sião a festividade e o sábado. E na sua verberação irada não respeita nem rei nem sacerdote.
				Jeová deitou fora seu altar. Repeliu seu santuário. Entregou na mão do inimigo as muralhas das suas torres de habitação. Deram vazão à [ sua ] própria voz na casa de Jeová, como num dia de festividade.
				Jeová pensou em arruinar a muralha da filha de Sião. Estendeu o cordel de medir. Não fez a sua mão recuar do tragar. E ele faz prantear a escarpa e a muralha. Juntamente se desfizeram.
				Seus portões afundaram na própria terra. Destruiu-lhe e destroçou-lhe as trancas. O rei e os príncipes dela estão entre as nações. Não há lei. Também os seus próprios profetas não encontraram nenhuma visão da parte de Jeová.
				Os anciãos da filha de Sião assentam-se na terra, ficando quietos. Puseram pó sobre a sua cabeça. Cingiram-se de serapilheira. As virgens de Jerusalém baixaram a sua cabeça até o chão.
				Meus olhos acabaram em puras lágrimas. Meus intestinos estão em fermento. Meu fígado se derramou por terra por causa da derrocada da filha do meu povo, por se debilitarem a criança e o bebê nas praças públicas da vila.
				Diziam às suas mães: “Onde estão o cereal e o vinho? ” Por se debilitarem como alguém que foi morto nas praças públicas da cidade, por se derramar a sua alma no seio de suas mães.
				De que é que te usarei por testemunha? A que te assemelharei, ó filha de Jerusalém? A que te igualarei para te consolar, ó virgem filha de Sião? Pois o teu quebrantamento é tão grande como o mar. Quem te pode trazer cura?
				Teus próprios profetas tiveram para ti visões de coisas fúteis e insatisfatórias, e não expuseram o teu erro para fazer recuar o teu cativeiro, mas continuaram a ter para ti visões de pronúncias fúteis e desencaminhantes.
				Por causa de ti bateram palmas todos os que passaram pela estrada. Assobiaram e continuaram a menear a cabeça por causa da filha de Jerusalém, [ dizendo: ] “É esta a cidade da qual se dizia: ‘Ela é a perfeição da lindeza, uma exultação para toda a terra’? ”
				Todos os teus inimigos abriram a boca contra ti. Assobiaram e continuaram a ranger os dentes. Disseram: “Nós [ a ] tragaremos. Este é deveras o dia que esperávamos. Achamos! Vimos! ”
				Jeová fez o que intentou. Executou a sua declaração, o que ordenara desde os dias de outrora. Derrubou e não teve compaixão. E ele faz o inimigo alegrar-se por tua causa. Fez alto o chifre dos teus adversários.
				O coração deles clamou a Jeová, ó muralha da filha de Sião. Faze verter lágrimas qual torrente, dia e noite. Não te entregues ao entorpecimento. Não fique quieta a menina de teu olho.
				Levanta-te! Choraminga durante a noite, no começo das vigílias da madrugada. Derrama teu coração qual água perante a face de Jeová. Levanta para ele as palmas das tuas mãos por causa da alma das tuas crianças, que se debilitam devido à fome na cabeceira de todas as ruas.
				Vê, ó Jeová, e olha deveras para aquele a quem trataste severamente desta maneira. Acaso devem as mulheres estar comendo os seus próprios frutos, as crianças que nascem plenamente formadas, ou devem ser mortos o sacerdote e o profeta no santuário de Jeová?
				Rapaz e homem idoso deitaram-se na terra das ruas. Minhas virgens e meus jovens caíram eles mesmos à espada. Mataste no dia da tua ira. Abateste; não tiveste compaixão.
				Como num dia de festividade passaste a convocar meus lugares de residência como forasteira em todo o redor. E no dia da ira de Jeová não se mostrou haver nem fugitivo nem sobrevivente; os que eu produzi plenamente formados e criei, meu próprio inimigo exterminou.
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