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	  <title>TNM – Tradução Novo Mundo (Testemunhas de Jeová)</title>
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	<description>2 Reyes capítulo 4</description>
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		<title>2 Reyes capítulo 4</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:02:11 +0000</pubDate>
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				Ora, havia certa mulher das esposas dos filhos dos profetas que clamou a Eliseu, dizendo: “Teu servo, meu esposo, morreu; e tu mesmo bem sabes que o teu próprio servo temia continuamente a Jeová, e veio o próprio credor para tomar ambos os meus filhos a fim de serem escravos seus. ”
				Eliseu disse-lhe então: “Que devo fazer por ti? Dize-me; o que tens na casa? ” A isto ela disse: “Tua serva não tem absolutamente nada na casa a não ser um jarro de bico com azeite. ”
				Ele disse então: “Vai, pede para ti vasos, de fora, de todos os teus vizinhos, vasos vazios. Não te restrinjas a poucos.
				E tens de ir e fechar a porta atrás de ti e de teus filhos, e tens de despejar em todos estes vasos, e os cheios tens de pôr de lado. ”
				Então ela se foi dele. Quando fechou a porta atrás de si e de seus filhos, traziam-lhe [ os vasos ] perto e ela despejava [ neles ].
				E sucedeu que, assim que os vasos estavam cheios, ela foi dizer a seu filho: “Traze-me ainda outro vaso. ” Mas ele lhe disse: “Não há mais outro vaso. ” Nisso o azeite parou.
				Ela entrou, pois, e o contou ao homem do [ verdadeiro ] Deus, e este disse então: “Vai, vende o azeite e paga as tuas dívidas, e tu [ e ] teus filhos deveis viver do que sobrar. ”
				E sucedeu, certo dia, que Eliseu estava passando para Suném, onde havia uma mulher de destaque, e ela começou a constrangê-lo a comer pão. E aconteceu que, quantas vezes ele passasse, desviava-se para ali comer pão.
				Por fim ela disse a seu esposo: “Ora, eis que bem sei que é um homem santo de Deus que está constantemente passando por nós.
				Por favor, façamos um pequeno quarto de terraço junto ao muro e ponhamos lá para ele um leito, e uma mesa, e uma cadeira, e um candelabro; e terá de acontecer que, cada vez que ele chegar a nós, poderá desviar-se para lá. ”
				E certo dia sucedeu que ele entrou ali como de costume e se desviou para o quarto de terraço, e deitou-se ali.
				Ele disse então a Geazi, seu ajudante: “Chama esta mulher sunamita. ” Chamou-a, pois, para que ficasse de pé diante dele.
				Então lhe disse ele: “Por favor, dize-lhe: ‘Eis que te restringiste por nós com toda esta restrição. Que se há de fazer por ti? Há algo a falar por ti ao rei ou ao chefe do exército? ’” A isto ela disse: “Moro no meio do meu próprio povo. ”
				E ele prosseguiu, dizendo: “Então, o que se há de fazer por ela? ” Geazi disse então: “É fato que ela não tem filho e que seu esposo é idoso. ”
				Ele disse imediatamente: “Chama-a. ” Chamou-a, pois, e ela ficou de pé à entrada.
				Então ele disse: “Neste tempo designado no ano que vem abraçarás um filho. ” Mas ela disse: “Não, meu amo, homem do [ verdadeiro ] Deus! Não profiras mentiras no que se refere à tua serva. ”
				No entanto, a mulher ficou grávida e deu à luz um filho no tempo designado do ano seguinte, assim como Eliseu lhe falara.
				E o menino crescia, e aconteceu certo dia que ele saiu como de costume para ir ter com seu pai que estava com os ceifeiros.
				E dizia a seu pai: “Minha cabeça, ai! minha cabeça! ” Finalmente este disse ao ajudante: “Carrega-o à sua mãe. ”
				Por conseguinte, carregou-o e trouxe-o à sua mãe. E ele ficou sentado nos joelhos dela até o meio-dia, e por fim morreu.
				Então ela subiu e o deitou no leito do homem do [ verdadeiro ] Deus, e fechou a porta sobre ele e saiu.
				Ela chamou então seu esposo e disse: “Envia-me, por favor, um dos ajudantes e uma das jumentas, e deixa-me correr até o homem do [ verdadeiro ] Deus e voltar. ”
				Mas ele disse: “Por que vais a ele hoje? Não é lua nova nem sábado. ” No entanto, ela disse: “Não faz mal. ”
				De modo que selou a jumenta e disse ao seu ajudante: “Guia e vai na frente. Não te detenhas, por minha causa, de seguir cavalgando, a menos que eu to diga. ”
				E ela passou a ir e a chegar ao homem do [ verdadeiro ] Deus, ao monte Carmelo. E sucedeu que, assim que o homem do [ verdadeiro ] Deus a viu lá adiante, disse imediatamente a Geazi, seu ajudante: “Eis lá a sunamita.
				Por favor, corre agora ao encontro dela e dize-lhe: ‘Tudo bem contigo? Tudo bem com o teu marido? Tudo bem com o menino? ’” A isto ela disse: “Tudo bem. ”
				Quando chegou ao homem do [ verdadeiro ] Deus ao monte, agarrou-o imediatamente pelos pés. Então se chegou Geazi para empurrá-la, mas o homem do [ verdadeiro ] Deus disse: “Deixa-a, porque a sua alma nela está amargurada; e o próprio Jeová mo ocultou e não me informou. ”
				Ela disse então: “Pedi eu algum filho por intermédio de meu senhor? Não disse eu: ‘Não me deves dar uma falsa esperança’? ”
				Ele disse imediatamente a Geazi: “Cinge os teus lombos e toma meu bastão na tua mão, e vai. Caso encontres alguém, não o deves cumprimentar; e caso alguém te cumprimente, não lhe deves responder. E tens de pôr meu bastão sobre a face do rapazinho. ”
				Então disse a mãe do rapazinho: “Por Jeová que vive e por tua alma que vive, não te deixarei. ” Portanto, ele se levantou e foi com ela.
				E o próprio Geazi passou adiante deles e então pôs o bastão sobre a face do rapazinho, mas não havia voz nem se dava atenção. Por isso voltou ao encontro dele e informou-o, dizendo: “O rapazinho não acordou. ”
				Por fim entrou Eliseu na casa, e eis que o rapazinho estava morto, deitado no seu leito.
				Então entrou e fechou a porta atrás de ambos, e começou a orar a Jeová.
				Finalmente subiu e se deitou sobre o menino, e pôs a sua própria boca sobre a boca dele, e seus próprios olhos sobre os olhos dele, e as suas próprias palmas sobre as palmas das mãos dele, e ficou abaixado sobre ele, e a carne do menino aqueceu-se gradualmente.
				Depois começou a andar novamente na casa, uma vez para cá e outra vez para lá, após o que subiu e se abaixou sobre ele. E o rapazinho começou a espirrar tantas quantas sete vezes, após o que o rapazinho abriu os seus olhos.
				Ele chamou então a Geazi e disse: “Chama esta sunamita. ” De modo que a chamou e ela entrou até ele. Então ele disse: “Levanta teu filho. ”
				E ela passou a entrar e a lançar-se aos seus pés e a curvar-se diante dele para a terra, após o que levantou seu filho e saiu.
				E o próprio Eliseu retornou a Gilgal, e havia fome no país. Visto que os filhos dos profetas estavam sentados diante dele, disse então ao seu ajudante: “Põe a panela grande e faze um cozido para os filhos dos profetas. ”
				Concordemente, saiu um ao campo para colher malvas, e foi achar uma trepadeira silvestre e colher dela bagas, enchendo a sua veste, e depois veio e retalhou-as dentro da panela do cozido, porque não as conheciam.
				Mais tarde o despejaram para os homens comerem. E sucedeu que, assim que comeram do cozido começaram a dizer: “Há morte na panela, homem do [ verdadeiro ] Deus. ” E não puderam comer.
				Ele disse, pois: “Trazei então farinha. ” Depois de lançá-la na panela prosseguiu, dizendo: “Despejai para o povo comer. ” E não se mostrou haver nada nocivo na panela.
				E chegou um homem de Baal-Salisa e veio trazer ao homem do [ verdadeiro ] Deus pão dos primeiros frutos maduros, vinte pães de cevada, e cereal novo no seu saco de pão. Ele disse então: “Dá-o ao povo para que comam. ”
				No entanto, seu servente disse: “Como porei isto diante de cem homens? ” A isto ele disse: “Dá-o ao povo para que comam, pois assim disse Jeová: ‘Comer-se-á e haverá sobras. ’”
				Então o pôs diante deles e eles começaram a comer, e tiveram sobras, segundo a palavra de Jeová.
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