I beaten
Acts 16:22
A multidão se levantou contra eles; e os pretores, rasgando-lhes as roupas, mandaram açoitá-los com varas.
Acts 16:23
Depois de tê-los açoitado muito, lançaram-nos ao cárcere, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança.
Acts 16:33
Ele, tomando-os naquela mesma hora da noite, lavou-lhes as feridas; e, em seguida, foi batizado, ele e todos os seus.
Acts 16:37
Mas Paulo lhes disse: Depois de açoitar-nos publicamente sem sentença judicial, sendo cidadãos romanos, lançaram-nos no cárcere, e agora vão nos soltar às escondidas? Não será assim, mas venham eles mesmos e tirem-nos.
Acts 22:24
mandou o tribuno que o metessem na fortaleza e ordenou que, sob açoites, averiguassem porque clamavam assim contra ele.
once
Matthew 21:35
Mas os lavradores, agarrando os servos, espancaram um, mataram o outro e outro ainda foi apedrejado.
Acts 7:58
E, lançando-o fora da cidade, começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram suas roupas aos pés de um jovem que se chamava Saulo.
Acts 7:59
E apedrejavam Estevão, enquanto ele invocava e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
Acts 14:5
Mas, quando os judeus e os gentios, juntamente com seus governantes, uniram-se para afrontá-los e apedrejá-los,
Acts 14:19
Então, sobrevieram de Antioquia e de Icônio alguns judeus, que persuadiram a multidão e, depois de apedrejarem Paulo, arrastaram-no para fora da cidade, supondo que ele estava morto.
Hebrews 11:37
Foram apedrejados, serrados, provados, mortos ao fio de espada; andaram errantes cobertos de pele de ovelha e de cabras, necessitados, atribulados, maltratados;
thrice
Acts 27:1-44
1
Quando se decidiu que navegaríamos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros presos a um centurião chamado Júlio, da companhia Augusta.
2
Embarcando em um navio adramitino que estava para zarpar até os portos da Ásia, fizemo-nos ao mar, estando conosco Aristarco, macedônio de Tessalônica.
3
No dia seguinte, chegamos a Sidom; e Júlio, tratando Paulo com humanidade, permitiu-lhe ir ver os amigos para ser atendido por eles.
4
E partindo dali, navegamos a sotavento de Chipre, porque os ventos eram contrários.
5
Tendo atravessado o mar ao longo da Cilícia e Panfília, chegamos a Mirra, cidade de Lícia.
6
Achando ali o centurião um navio de Alexandria que zarpava para a Itália, embarcou-nos nele.
7
Navegamos muitos dias vagarosamente, e chegamos com muita dificuldade defronte de Cnido, pois o vento não nos permitia ir mais adiante, e navegamos a sotavento de Creta, na altura de Salmona.
8
E costeando-a com dificuldade, chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.
9
Passado muito tempo, e sendo já perigosa a navegação, por haver passado já o jejum, Paulo lhes admoestava,
10
dizendo-lhes: Varões, vejo que a navegação terá muitas perdas e prejuízos, não só da carga e do navio, mas também de nossas vidas.
11
Porém, o centurião dava mais crédito ao comandante e ao mestre do navio do que ao que Paulo dizia.
12
E sendo o porto inadequado para invernar, a maioria concordou em zarpar também dali para chegar a Fenice, um porto de Creta, o qual olha para o sudeste e nordeste, e ali invernar.
13
Soprando uma brisa do Sul, pareceu-lhes que já conseguiram o que desejavam, levantaram âncora e iam costeando Creta.
14
Porém, não muito depois, um vento tempestuoso chamado Euro-aquilão deu contra o navio.
15
E, sendo arrastado o navio, sem poder resistir ao vento, cessamos a manobra e nos deixamos levar.
16
E, correndo a sotavento de uma pequena ilha chamada Clauda, com dificuldade pudemos recolher o esquife.
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E aquilo que estava a bordo foi usado como reforços para cingir o navio; e, temendo que dessem na Sirte, arriaram as velas e ficaram à deriva.
18
Mas, sendo combatidos por uma furiosa tempestade, no dia seguinte começaram a aliviar o navio,
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e, ao terceiro dia, com nossas próprias mãos lançamos fora as aparelhagens do navio.
20
E, não aparecendo por muitos dias, nem sol nem estrelas, assediados por uma grande tempestade, perdemos toda esperança de sermos salvos.
21
Como já fazia muito tempo que não comiam, Paulo, então, pondo-se de pé no meio deles, disse: Devíeis, ó varões, ter-me ouvido, e não zarpar de Creta tão-somente para receber este prejuízo e perda.
22
Mas agora vos exorto a ter bom ânimo, pois nenhuma vida se perderá entre vós, mas somente o navio.
23
Porque esta noite esteve comigo o anjo de Deus, de quem sou e a quem sirvo,
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e me disse: Paulo, não temas; é necessário que compareças perante César; e veja que Deus te concedeu todos os que navegam contigo.
25
Portanto, ó varões, tende bom ânimo; porque confio em Deus que acontecerá exatamente como me foi dito.
26
Contudo, temos de encalhar em certa ilha.
27
Quando chegou a décima quarta noite, levados através do mar Adriático, por volta da meia-noite, os marinheiros começaram a pressentir que estavam próximos de alguma terra;
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e, lançando a sonda, acharam trinta e seis metros; e, passando um pouco mais adiante, tornando a lançar a sonda, acharam vinte e sete metros.
29
E, temendo dar em abrolhos, lançaram quatro âncoras pela popa, e ansiavam que se fizesse dia.
30
Mas, como os marinheiros procuravam fugir do navio, e lançaram o esquife ao mar, parecendo que lançariam as âncoras pela proa,
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disse Paulo ao centurião e aos soldados: Se estes não permanecerem no navio, vós não podereis salvar-vos.
32
Então, os soldados cortaram as amarras do esquife e o deixaram ir.
33
Enquanto amanhecia o dia, Paulo exortava a todos para que comessem, dizendo: Este é o décimo quarto dia que esperais e permaneceis em jejum, sem nada comer.
34
Portanto, rogo-vos que comais algo, porque é conveniente para vossa saúde; pois não perecerá nem mesmo um fio de cabelo da cabeça de nenhum de vós.
35
Tendo dito isso, tomou o pão e deu graças a Deus na presença de todos e, partindo-o, começou a comer.
36
Então, todos, tendo já bom ânimo, comeram também.
37
Éramos ao todo no navio duzentas e sessenta e seis pessoas.
38
E, estando já satisfeitos, aliviaram o navio, lançando o trigo ao mar.
39
Quando amanheceu, não reconheceram a terra, mas avistavam uma enseada com uma praia, na qual concordaram encalhar o navio ali, se possível.
40
Cortando, pois, as âncoras, deixaram-nas no mar, largando também as amarras do leme; e alçando ao vento a vela de proa, dirigiram-se à praia.
41
Mas dando em um abrolho onde se encontravam duas correntes, fizeram encalhar o navio; a proa encravou-se e ficou imóvel, enquanto que a popa se abria com a violência das ondas.
42
Então, os soldados concordaram em matar os presos para que ninguém fugisse nadando.
43
Mas o centurião, querendo salvar Paulo, impediu-os deste intento e mandou que os que pudessem nadar fossem os primeiros a lançar-se ao mar e alcançar a terra;
44
e os demais, que se salvassem alguns em tábuas, e outros em vários objetos procedentes do navio. Assim aconteceu que todos nós chegamos à terra firme sãos e salvos.