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mas, na segunda parte, entra somente o sumo sacerdote, uma vez por ano, não sem sangue, o qual oferece por si mesmo e pelos pecados de ignorância do povo;
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dando com isso a entender o Espírito Santo que ainda não havia manifestado o caminho ao santuário, enquanto o primeiro Tabernáculo estivesse em pé.
9
Esse é um símbolo para o tempo presente, segundo se apresentam as ofertas e os sacrifícios que não podem aperfeiçoar, quanto à consciência, aquele que pratica esse culto,
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já que consiste somente em comidas e bebidas, em diversas abluções e prescrições carnais, impostas até o tempo de reformar as coisas.
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Quando Cristo veio presente como Sumo Sacerdote dos bens vindouros, entrou por um maior e mais perfeito Tabernáculo, não feito por mãos, ou seja, não desta criação,
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e não por meio do sangue de bodes nem bezerros, mas por meio de Seu próprio sangue; entrou uma vez para sempre no santuário, obtendo eterna redenção.
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Porque, se o sangue dos touros e bodes e as cinzas da bezerra aspergidas sobre contaminados santificam para purificação da carne,
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quanto mais o sangue de Cristo, o qual, mediante o Espírito eterno, ofereceu a Si mesmo sem mácula a Deus, purificará vossas consciências de obras mortas para que sirvais ao Deus vivo.