Porque os palácios ficarão desertos, ficará deserta a cidade; as torres e fortalezas se tornarão covas para sempre, onde descansarão os jumentos selvagens, e os gados terão onde pastar;
No meio dela, deitar-se-ão os rebanhos, e todos os animais do campo, tanto o pelicano como o ouriço dormirão em seus capitéis; uma voz cantará nas janelas; haverá desolação nas portas, porque seu madeiramento de cedro será descoberto.
Esta é a cidade alegre, confiante, que dizia em seu coração: Eu, e ninguém mais. Como foi assolada, feito covil de feras! Qualquer um que passar por ela burlará e agitará a mão.