Vanity of vanities, saith the Preacher, vanity of vanities; all is vanity.
Ecclesiastes 2:11
Olhei eu para todas as obras que minhas mãos fizeram, e o trabalho que tomei para fazê-las; e eis que tudo era vaidade e perseguir o vento e sem tirar proveito debaixo do sol.
Então disse eu em meu coração: Como sucederá ao néscio me sucederá também. Para que, pois, trabalhei até agora para me tornar mais sábio? E disse meu coração que também isso era vaidade.
E quem sabe se será sábio ou néscio aquele que governará todo o meu trabalho em que me afanei e em que me ocupei debaixo do sol minha sabedoria? Isso também é vaidade.
Pois há homem que trabalha com sabedoria, com ciência e com retidão, e que tenha de dar sua propriedade ao homem que nela nunca trabalhou! Também isso é vaidade e grande mal.
Porque, ao homem que Lhe é grato, Deus lhe dá sabedoria, conhecimento e alegria; mas ao pecador lhe dá o trabalho de recolher e amontoar, a fim de dar àquele que agrada a Deus. Também isso é vaidade e afã de vento.
Porque o que sucede aos filhos dos homens, e o que sucede aos animais, a mesma coisa lhes sucede: Como morrem uns, assim morrem os outros, e todos têm a mesma respiração; o homem não tem mais que o animal; porque tudo é vaidade.
Há um homem que está só e sem sucessor, que não tem filho nem irmão; mas nunca cessa de trabalhar, nem seus olhos se saciam com suas riquezas, nem se pergunta: Para quem eu trabalho, e privo minha alma do bem-estar? Também isso é vaidade e triste tarefa.
mas ainda que um homem viva muitos anos, e em todos eles tenha alegria, lembra-te, contudo, que os dias de escuridão serão muitos, e que todo o porvir é vaidade.
Eis aqui, deste a meus dias o tamanho de um palmo, e o tempo de minha vida é como nada diante de Ti; certamente é como um sopro todo homem que vive. Selá