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Esconde-me da conjuração dos malvados, da conspiração dos que praticam o mal,
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os quais afiam, como espada, sua língua, lançam, quais flechas, suas palavras amargas,
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para atirarem às escondidas no inocente; disparam sobre ele repentinamente e não temem.
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Obstinados em seu iníquo desígnio, calculam para armar laços ocultos e dizem: Quem poderá vê-lo?