E assim foram andando e conversando. De repente, um carro de fogo puxado por cavalos de fogo os separou um do outro, e Elias foi levado para o céu num redemoinho.
Eliseu viu o que aconteceu e gritou: —Meu pai, meu pai! O senhor sempre foi como um exército para defender Israel! E nunca mais ele viu Elias. Muito triste, Eliseu rasgou a sua capa pelo meio.
Cornélio respondeu: —Três dias atrás, às três horas da tarde, eu estava orando aqui em casa. De repente, um homem vestido com roupas brancas apareceu na minha frente
Continuei olhando e vi que foram postos alguns tronos. Num deles, assentou-se aquele que sempre existiu. A sua roupa era branca como a neve, e os seus cabelos eram brancos como a lã. O trono e as suas rodas pareciam labaredas de fogo,
—Eu não sei. O senhor sabe! —respondi. Então ele me disse: —Estes são os que atravessaram sãos e salvos a grande perseguição. São as pessoas que lavaram as suas roupas no sangue do Cordeiro, e elas ficaram brancas.