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E os outros israelitas que iam lutar contra a tribo de Benjamim reuniram quatrocentos mil soldados treinados.
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Os israelitas foram ao lugar de adoração, em Betel, e ali perguntaram a Deus: —Qual das nossas tribos atacará primeiro a tribo de Benjamim? E o SENHOR respondeu: —A tribo de Judá.
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Na manhã seguinte os israelitas subiram e acamparam perto da cidade de Gibeá.
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Saíram para combater contra a tribo de Benjamim e puseram os soldados em posição de ataque, de frente para a cidade.
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Então o exército de Benjamim saiu da cidade. E, antes de terminar o dia, eles mataram vinte e dois mil soldados israelitas.
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( 22 - 23 ) Aí o povo de Israel foi para o lugar de adoração e, na presença do SENHOR, chorou até a tarde. E eles perguntaram ao SENHOR: —Devemos ir combater outra vez os nossos irmãos da tribo de Benjamim? E Deus respondeu: —Sim. Então o exército israelita se animou de novo. E eles puseram os seus soldados em posição de combate novamente, no mesmo lugar em que haviam lutado no dia anterior.
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( 22 - 23 ) Aí o povo de Israel foi para o lugar de adoração e, na presença do SENHOR, chorou até a tarde. E eles perguntaram ao SENHOR: —Devemos ir combater outra vez os nossos irmãos da tribo de Benjamim? E Deus respondeu: —Sim. Então o exército israelita se animou de novo. E eles puseram os seus soldados em posição de combate novamente, no mesmo lugar em que haviam lutado no dia anterior.
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Os israelitas marcharam contra a tribo de Benjamim pela segunda vez.
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E pela segunda vez os soldados de Benjamim saíram de Gibeá. E dessa vez mataram dezoito mil soldados israelitas treinados.
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Então todo o povo de Israel subiu de novo até Betel para chorar. Ficaram ali na presença de Deus, o SENHOR, e não comeram nada até a tarde. E apresentaram ao SENHOR ofertas que foram completamente queimadas e sacrifícios de paz.
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Eles fizeram uma pergunta ao SENHOR. ( Acontece que naqueles dias a arca da aliança estava ali em Betel.
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E Finéias, filho de Eleazar e neto de Arão, estava encarregado de cuidar dela. ) A pergunta que eles fizeram foi esta: —Devemos sair mais uma vez para combater os nossos irmãos da tribo de Benjamim ou devemos desistir? O SENHOR respondeu: —Combatam porque amanhã eu farei com que vocês os derrotem.
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Então os israelitas puseram alguns soldados escondidos em volta de Gibeá.
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No terceiro dia marcharam de novo contra o exército da tribo de Benjamim. Os seus soldados ficaram em posição de batalha, de frente para Gibeá, como tinham feito antes.
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Os soldados de Benjamim saíram para combater e se afastaram da cidade. Como haviam feito antes, começaram a matar algumas pessoas na estrada de Betel, na estrada de Gibeá e em campo aberto. Mataram mais ou menos trinta israelitas.
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E diziam: —Nós já os derrotamos, como das outras vezes. Mas os israelitas disseram: —Vamos recuar e fazer com que eles se afastem da cidade e venham para as estradas.
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Então a maior parte do exército israelita saiu dali e tornou a se juntar em Baal-Tamar. Mas os homens que cercavam a cidade saíram de repente dos lugares onde estavam escondidos na planície de Gibeá.
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Dez mil dos melhores soldados israelitas atacaram Gibeá, e o combate foi duro. Os benjamitas não imaginavam que iam ser destruídos.
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O SENHOR Deus fez com que os israelitas derrotassem o exército de Benjamim. E naquele dia os israelitas mataram vinte e cinco mil e cem inimigos.
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Então os benjamitas compreenderam que estavam vencidos.
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Esses homens avançaram depressa na direção de Gibeá, espalharam-se e mataram todas as pessoas da cidade.
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O exército israelita e os homens que estavam escondidos tinham combinado um sinal: quando vissem uma grande nuvem de fumaça subindo da cidade,
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os israelitas que estavam fora, no campo de batalha, deviam dar meia-volta e atacar. Até aquele momento os benjamitas já haviam matado uns trinta israelitas e diziam: —Sim. Já os derrotamos, como das outras vezes.
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Então o sinal apareceu: uma nuvem de fumaça começou a subir da cidade. Os benjamitas olharam para trás e ficaram muito espantados quando viram a cidade inteira pegando fogo.
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Então os homens de Israel deram meia-volta, e os benjamitas ficaram apavorados porque viram que iam ser destruídos.
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Eles fugiram e correram na direção do deserto, mas não puderam escapar. Foram cercados pela maior parte do exército israelita e também pelos soldados que vinham da cidade e foram destruídos.
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Os israelitas cercaram os inimigos, e os perseguiram sem parar até um lugar a leste de Gibeá, e os iam matando pelo caminho.
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Dezoito mil dos melhores soldados benjamitas foram mortos.
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Os outros fugiram na direção do deserto, para a rocha de Rimom. Cinco mil foram mortos nas estradas. Os israelitas perseguiram o resto e assim mataram mais dois mil homens.
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Ao todo vinte e cinco mil benjamitas foram mortos naquele dia, todos eles soldados valentes.
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Porém seiscentos homens fugiram para o deserto, para a rocha de Rimom, e ficaram lá quatro meses.
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Os israelitas atacaram o resto dos benjamitas e os mataram, tanto homens como animais, e destruíram tudo o que encontraram. E queimaram todas as cidades da região.