Era outrora costume em Israel, nos casos de resgate ou de sub-rogação, que o homem tirasse o calçado e o desse ao outro para validade da transação; isso servia de ratificação.
( Naquele tempo o Senhor tinha falado pelo ministério de Isaías, nestes termos: Vai, desata o saco que trazes às costas e tira as sandálias dos teus pés. Isaías dispôs-se a executá-lo, ia nu e descalço. )
Ele pôs-se a proclamar: "Depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado.
O Senhor disse a Moisés: "Se seu pai lhe tivesse cuspido no rosto, não estaria ela coberta de vergonha durante sete dias? Que ela seja excluída do acampamento durante sete dias; depois será novamente reintegrada. "
Então Judá disse a Onã: "Vai, toma a mulher de teu irmão, cumpre teu dever de levirato e suscita uma posteridade a teu irmão. "
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Mas Onã, que sabia que essa posteridade não seria dele, maculava-se por terra cada vez que se unia à mulher do seu irmão, para não dar a ele posteridade.
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Seu comportamento desagradou ao Senhor, que o feriu de morte também.
Com isto adquiro ao mesmo tempo Rute, a moabita, por mulher, viúva de Maalon, para conservar o nome do defunto em sua herança, e para que esse nome não se apague de entre os seus parentes e no povo da cidade. Disso sois hoje testemunhas.
Então todo o povo que estava na porta e todos os anciãos responderam: Somos testemunhas! O Senhor torne essa mulher que entra na tua casa semelhante a Raquel e a Lia, que fundaram a casa de Israel! Sê feliz em Efrata, adquire um nome em Belém!
Por isso, eis o que diz o Senhor, Deus de Israel: Eu tinha dito que a tua casa e a casa de teu pai serviria para sempre diante de mim. Mas agora, diz o Senhor, não será mais assim. Eu honro aqueles que me honram e desprezo os que me desprezam.