and
Habakkuk 1:9
Todos correm para a violência, olhos fixos diante de si; amontoam cativos como grãos de areia.
Habakkuk 1:10
Esse povo zomba dos reis, os príncipes são o objeto de seus gracejos; ele se ri de todas as fortalezas: levanta montões de terra e toma-as.
Habakkuk 2:5-8
5
Sem dúvida, o vinho é traiçoeiro: o homem arrogante não tem repouso, dilata a goela como a voragem da habitação dos mortos, e se mostra tão insaciável como a morte; ele junta para si todas as nações, e engloba em si todos os povos.
6
Porventura não se entregarão todos esses a compor sátiras sobre ele, a causticá-lo com zombarias e alusões picantes, e a dizer: Ai daquele que amontoa o bem alheio! - Até quando? - E do que acumula sobre si o peso da dívida!
7
Porventura não se levantarão de repente os teus credores, e não surgirão os teus opressores? Tornar-te-ás presa deles.
8
Visto que despojaste numerosas nações, despojar-te-ão os outros povos que restam, por causa do sangue humano derramado e das violências praticadas contra a terra, as cidades e as populações.
Habakkuk 2:17-8
Isaiah 14:16
Detêm-se para ver-te melhor, e procuram reconhecer-te: Porventura é aquele que fazia tremer a terra, e abalava os impérios,
Isaiah 14:17
que fazia do mundo um deserto, e destruía as cidades, e impedia os prisioneiros de voltarem para suas casas?
Jeremiah 25:9-26
9
vou conclamar todas as tribos do norte, - oráculo do Senhor -, assim como o meu servo, Nabucodonosor, rei de Babilônia, a fim de lançá-los contra esta terra e seus habitantes, e todas essas nações que a cercam. Votá-los-ei ao interdito e deles farei objeto de assombro, de assobio e de eterna ruína.
10
Abafarei seus gritos de alegria e os cânticos de júbilo, a voz do esposo e da esposa, e amortecerei o ruído da mó e o brilho da lâmpada.
11
Converter-se-á esta terra em angústia e solidão, e por setenta anos lhe há de perdurar a servidão ao rei de Babilônia.
12
Decorridos esses setenta anos, castigarei o rei de Babilônia e seu povo por causa de seus pecados - oráculo do Senhor -, assim como a terra dos caldeus, que transformarei definitivamente num deserto.
13
Contra essa terra executarei todas as ameaças que proferi contra ela, e que neste livro se acham consignadas. ( O que Jeremias profetizou contra todas as nações pagãs. )
14
Porquanto, eles serão, por sua vez, subjugados por numerosas nações e grandes reis, e lhes retribuirei segundo os atos e feitos de suas mãos!
15
Eis o que me disse o Senhor, Deus de Israel: Toma de minhas mãos esta taça cheia do vinho de minha ira, e faze com que dele bebam todos os povos, aos quais te enviarei.
16
Quando o tiverem bebido, ficarão aturdidos e enlouquecerão à vista da espada que contra eles enviarei.
17
Tomei, então, a taça das mãos do Senhor e dela fiz beberem todos os povos aos quais me enviou o Senhor:
18
Jerusalém e as cidades de Judá, seus reis e chefes, para transformar tudo num deserto, numa desolação ante a qual se há de escarnecer, exemplo que será citado entre as maldições, como hoje se vê;
19
ao faraó, rei do Egito, aos seus servos, oficiais e povo,
20
assim como à mistura das populações, a todos os reis de terra de Us, a todos os reis da terra dos filisteus e a Ascalon, Gaza, Acaron, ao que resta de Azot,
21
à Iduméia, a Moab e aos filhos de Amon;
22
a todos os reis de Tiro, aos de Sidônia e aos das ilhas que estão além do mar,
23
e a Dedã, Tema e Buz; a todos os que se fazem cortar os cabelos nas têmporas;
24
aos reis da Arábia e aos da mistura de populações que habita o deserto;
25
a todos os reis de Zambri, aos de Elã e aos reis da Média;
26
a todos os reis do norte, próximos ou longínquos, uns após outros; a todos os reinos do mundo que habitam na superfície da terra. E depois deles beberá o rei de Sesac.
Jeremiah 46:1-49
1
Palavra do Senhor dirigida ao profeta Jeremias, contra as nações pagãs.
2
Sobre o Egito. - Contra o exército do faraó Necao, rei do Egito, que se encontrava nas margens do rio Eufrates, em Carcâmis, e que foi batido por Nabucodonosor, rei da Babilônia, no quarto ano do reinado de Joaquim, filho de Josias, rei de Judá.
3
Preparai o escudo e o pavês! Ao combate!
4
Atrelai os cavalos! Cavaleiros, montai! Ponde os capacetes! Em forma! Empunhai as lanças! Revesti vossas couraças!
5
Mas, que vejo? Estão aterrados, e em plena derrota. São batidos seus guerreiros, e fogem, desvairados, sem olhar para trás. De todos os lados o terror - oráculo do Senhor.
6
O mais ágil não se pode salvar, e não escapará o mais forte. Ao norte, às margens do Eufrates, cambaleantes, enlouquecem!
7
Quem surge ao longe, semelhante ao Nilo, qual rio de águas encapeladas?
8
É o Egito que sobe, semelhante ao Nilo, qual rio de águas encapeladas. E ele clama: Dilato-me e inundarei a terra, tragando cidades e habitantes.
9
Avante, cavalos! Carros, precipitai-vos! Em marcha, guerreiros! Homens da Etiópia e da Líbia que empunhais o escudo, e vós, lídios, que retesais o arco!
10
Chegou o dia do Senhor Javé dos exércitos, dia da vingança em que arruinará seus inimigos. Devorará a espada até fartar-se, abeberando-se de sangue. É a imolação ao Senhor Javé dos exércitos, ao norte, às margens do Eufrates.
11
Sobe a Galaad, em busca de bálsamo, virgem, filha do Egito, é em vão que aplicas remédios, pois que para teu mal não há cura.
12
Conhecem as nações tua vergonha, e se espalham pela terra teus clamores. Chocam-se guerreiro contra guerreiro, e ambos se arruínam.
13
Eis a palavra do Senhor que foi dirigida ao profeta Jeremias, referente à vinda de Nabucodonosor, rei de Babilônia, ao Egito para atacá-lo:
14
Anunciai no Egito, clamai em Migdol, em Mênfis e em Táfnis: Erguei-vos! Estai prontos! Pois que a espada faz devastações em torno de vós.
15
Por que foram derribados os teus valentes? Não puderam eles resistir, pois era o Senhor quem os precipitava.
16
Multiplicou os que oscilavam, fazendo-os cair uns sobre os outros, a exclamar: Vamos reunir nosso povo, nossa terra natal, a fim de fugir da espada devastadora.
17
E bradam: O faraó, rei do Egito, está perdido! Deixou passar o tempo favorável!
18
Pela minha vida - oráculo do rei cujo nome é Senhor dos exércitos: como o Tabor se realça entre as montanhas, qual o Carmelo dominando o mar, aproxima-se ( o inimigo ).
19
Prepara tua bagagem para o exílio, filha do Egito, que moras nesses lugares, porque Mênfis vai tornar-se deserto, lugar devastado e ermo.
20
A uma novilha formosa assemelha-se o Egito. Mas eis que do norte a mosca sugadora precipita-se sobre ela.
21
Os mercenários que aí viviam como bezerros cevados fogem também em massa, impotentes, porque o dia da desgraça veio sobre eles. É a hora do castigo.
22
Sua voz assemelha-se à da serpente que sibila, quando chegam em tropel abatendo-se sobre ela com machados, quais lenhadores.
23
E abaterão suas florestas - oráculo do Senhor - de árvores sem conta. São, porém, mais numerosos que gafanhotos, e ninguém pode contá-los.
24
Confundida encontra-se a filha do Egito, entregue assim nas mãos de um povo do norte.
25
Disse o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Vou lançar-me contra Amon de Nô, e contra o faraó, o Egito, seus deuses e reis; contra o faraó e os que nele confiam.
26
Entregá-los-ei nas mãos daqueles que lhes querem roubar a vida: Nabucodonosor, rei de Babilônia, e sua gente. E depois disso, como outrora, será ainda habitado o Egito - oráculo do Senhor.
27
Tu, porém, Jacó, servo meu, não temas Israel, não te enchas de pavor! Vou trazer-te da terra longínqua, e livrarei tua raça da terra do exílio. Jacó tornará a viver em segurança, sem que ninguém mais o inquiete.
28
E tu, Jacó, meu servo, não te aflijas, pois estou contigo - oráculo do Senhor. Aniquilarei todas as nações para onde te desterrei. A ti, porém, não te aniquilarei, mas castigar-te-ei com eqüidade, e não te inocentarei.
Jeremiah 52:1-34
1
Tinha Sedecias vinte e um anos ao começar seu reinado. Seu reino durou onze anos em Jerusalém. Chamava-se sua mãe Amital, filha de Jeremias, e era natural de Lobna.
2
Como Joaquim, ele também praticou o mal aos olhos do Senhor.
3
Assim aconteceu em Jerusalém e Judá, por querer o Senhor, em sua cólera, repeli-los para longe de sua presença.
4
No nono ano de seu reinado, no décimo dia do décimo mês, foi Nabucodonosor, com todo o seu exército, contra Jerusalém, armando e construindo fortificações em torno dela.
5
Até o décimo primeiro ano do reinado de Sedecias perdurou o sítio da cidade.
6
No nono dia do quarto mês, como a fome invadisse a cidade e não tivesse a população o que comer,
7
uma brecha foi feita na muralha da cidade e, à noite, fugiram os guerreiros pelo caminho da porta entre os dois muros, perto do jardim do rei, enquanto os caldeus cercavam a cidade. Tomaram esses homens o caminho da planície do Jordão.
8
Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e o alcançou nas planícies de Jericó. Então as tropas de Sedecias o abandonaram, dispersando-se em fuga.
9
Foi então o rei aprisionado e conduzido a Rebla, na presença do rei de Babilônia que contra ele pronunciou sua sentença.
10
E, diante de seus olhos, foram degolados em Rebla seus filhos, assim como todos os chefes de Judá.
11
Em seguida, foram-lhe arrancados os olhos e, ligado com cadeias de bronze, levaram-no para Babilônia, onde, até o dia de sua morte, permaneceu encarcerado.
12
No sétimo dia do quinto mês, décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei de Babilônia, Nabuzardã, chefe da guarda e servidor do rei de Babilônia, penetrou em Jerusalém,
13
pôs fogo no templo do Senhor, no palácio real, e em todas as casas da cidade, e entregou às chamas as casas dos maiorais.
14
Em seguida, as tropas dos caldeus, que acompanhavam o chefe da guarda, demoliram as muralhas que cercavam Jerusalém.
15
E Nabuzardã, chefe da guarda, deportou para Babilônia uma parte dos pobres da terra e o que restara da população da cidade, bem como os que já se haviam rendido ao rei de Babilônia e o restante dos artífices.
16
O chefe da guarda deixou ali alguns homens pobres, como vinhateiros e lavradores.
17
Quebraram também os caldeus as colunas de bronze do templo do Senhor, juntamente com os pedestais e o mar de bronze que estava no templo, levando todo esse metal para Babilônia.
18
Carregaram também cinzeiros, pás, facas, vasos e demais objetos de bronze que serviam ao culto.
19
Carregou ainda o chefe dos guardas as bacias, os braseiros, vasos, potes, candelabros, taças, copos e colheres, e o que havia em ouro e prata.
20
Quanto às duas colunas, ao mar, aos doze bois de bronze que as sustentavam, e aos pedestais que Salomão mandara fabricar para o templo do Senhor, difícil seria calcular o valor do bronze de todos esses objetos.
21
A altura de uma dessas colunas era de dezoito côvados e um cordão de doze côvados cingia-lhe a volta, sendo a espessura de quatro dedos, e oco o seu interior.
22
Encimava-as um capitel de bronze de cinco côvados; uma grade de romãs, também em bronze, cercavam o alto do capitel. Era semelhante a esta a segunda coluna, com romãs em torno,
23
em número de noventa e seis, e o total das romãs, em volta da grade, era de cem.
24
O chefe da guarda aprisionou o primeiro sacerdote, Saraías, e Sofonias, o segundo e os três guardas do vestíbulo.
25
Tomou da cidade um eunuco, que era encarregado do comando dos homens de guerra, sete homens do séquito do rei que foram encontrados na cidade, o intendente do exército, encarregado do recrutamento na terra, assim como mais sessenta homens da terra que se encontravam na cidade.
26
Nabuzardã, chefe da guarda, aprisionou-os e mandou-os conduzir a Rebla, ante o rei de Babilônia.
27
E este mandou executá-los em Rebla, na região de Emat. E assim Judá foi deportado para longe de sua terra.
28
Eis o número dos homens que Nabucodonosor levou ao cativeiro: no sétimo ano, 3. 032 homens de Judá;
29
no décimo oitavo ano de Nabucodonosor, 832 pessoas foram deportadas de Jerusalém;
30
no vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nabuzardã, chefe dos guardas, deportou de Judá 745 pessoas. Ao todo, 4. 600 pessoas.
31
No trigésimo sétimo ano do cativeiro de Joaquin, rei de Judá, no vigésimo quinto dia do décimo segundo mês, Evilmerodac, rei de Babilônia, no ano de sua elevação ao trono, perdoou Joaquin, rei de Judá, e mandou libertá-lo da prisão.
32
Falando-lhe com benevolência, designou-lhe um trono mais elevado que o dos reis que estavam com ele em Babilônia.
33
Mandou que lhe mudassem as vestes de prisioneiro e, até o fim de sua vida, Joaquin comeu à mesa do rei da Babilônia.
34
Durante toda a sua vida, até o dia de sua morte, sua manutenção foi garantida pelos cuidados do rei de Babilônia.
Ezekiel 25:1-30
1
A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos:
2
filho do homem, volta a tua face para os amonitas e profetiza contra eles.
3
Dize-lhes: escutai a palavra do Senhor Javé: Eis o que diz o Senhor Javé: Porque disseste: Ah! Ah! quando da profanação do meu santuário, quando da devastação da terra de Israel, e da deportação da casa de Judá,
4
por isso, vou entregar-te aos filhos do Oriente, que estabelecerão em tua morada os seus acampamentos e plantarão aí as suas tendas. Eles comerão teus frutos, beberão teu leite.
5
Farei de Rabat um parque de camelos, e da terra dos amonitas um aprisco de ovelhas; assim sabereis que sou eu o Senhor.
6
Eis o que diz o Senhor Javé: Porque bateste palmas e bateste com o pé, e porque manifestaste riso e desdém pela terra de Israel,
7
por isso, vou estender minha mão contra ti, entregar-te à pilhagem das nações, suprimir-te dentre os povos, expulsar-te de tua casa e aniquilar-te. Assim saberás que eu sou o Senhor.
8
Eis o que diz o Senhor Javé: Visto que Moab e Seir dizem: A casa de Judá é igual a todas as demais nações,
9
eu vou, eu mesmo, abrir o flanco de Moab, arrebatando suas cidades, todas as cidades do seu território, o ornamento da terra: Bet-Jechimot, Baal-Meon e Quiriat-Aim.
10
Eu o dou, assim como a terra dos amonitas, em possessão aos filhos do Oriente, a fim de que Amon não mais seja mencionado entre as nações.
11
Assim exercerei meu juízo sobre Moab, e ficarão sabendo que eu sou o Senhor.
12
Eis o que diz o Senhor Javé: Já que Edom exerceu sua vingança contra a casa de Judá, e se tornou culpado, tomando vingança,
13
por isso - oráculo do Senhor Javé - vou estender a mão contra Edom, exterminar dele animais e homens, e transformá-lo num deserto; em seguida, desde Temã até Dedã, tombarão sob o gládio.
14
Exercerei minha vingança contra Edom pela mão de Israel, meu povo, que os tratará segundo o meu furor, e eles saberão o que vale minha vingança - oráculo do Senhor Javé.
15
Eis o que diz o Senhor Javé: Já que os filisteus exerceram vingança, usaram de cruéis represálias, com o coração cheio de desprezo, e em seu ódio inveterado procuraram destruir tudo,
16
por isso - oráculo do Senhor Javé - estenderei a mão sobre eles, exterminarei os cretenses, e farei perecer o que resta do litoral; exercerei sobre eles uma vingança terrível, furiosos castigos; e, quando eu executar sobre eles a minha vingança, saberão que eu sou o Senhor.
17
- - -