Então, os homens se tornam estupefatos e aturdidos, e se envergonha o artista da estátua que concebeu, porque são apenas mentira os ídolos que fundiu, e neles não respira vida.
Atônitos ficam, então, os homens. Envergonha-se o artífice da estátua que modelou, porque os ídolos que fundiu não passam de mentiras, e não possuem vida.
Ai daquele que diz à madeira: Desperta! E à pedra: Levanta-te! ( Não se ouvirá mais que silêncio ). Ei-lo coberto de ouro e de prata, mas não há nele sopro algum de vida.
Os terafins deram falsos oráculos, os adivinhos só tiveram visões mentirosas; contam sonhos vãos, e suas consolações são inúteis. Por isso, o povo desgarrou-se como um rebanho e se pôs a vagar por falta de pastor.
Porque, conhecendo a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças. Pelo contrário, extraviaram-se em seus vãos pensamentos, e se lhes obscureceu o coração insensato.
que dizem à madeira: Tu és meu pai, e à pedra: Foste tu que me geraste. Voltam-me as costas, e não o semblante. E depois exclamam, no dia da calamidade: Salvai-nos, Senhor.
Ninguém reflete nem tem bom senso e inteligência para se dizer: Queimei metade, cozi pão sobre a brasa, aí assei a carne que comi e iria eu fazer do resto um ídolo miserável? Prostrar-me-ia diante de um pedaço de madeira?
Meu povo consulta o seu pedaço de pau, e o seu cajado lhe faz revelações, porque o espírito de infidelidade o perde e eles se prostituem, afastando-se de seu Deus.