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		<title>Acts chapter 28</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 14:34:21 +0000</pubDate>
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 Uma vez em terra, descobrimos que a ilha se chamava Malta. 
				
 Os habitantes da ilha mostraram extraordinária bondade para conosco. Fizeram uma fogueira e receberam bem a todos nós, pois estava chovendo e fazia frio. 
				
 Paulo ajuntou um monte de gravetos; quando os colocava no fogo, uma víbora, fugindo do calor, prendeu-se à sua mão. 
				
 Quando os habitantes da ilha viram a cobra agarrada na mão de Paulo, disseram uns aos outros: &quot;Certamente este homem é assassino, pois, tendo escapado do mar, a Justiça não lhe permite viver&quot;. 
				
 Mas Paulo, sacudindo a cobra no fogo, não sofreu mal nenhum. 
				
 Eles, porém, esperavam que ele começasse a inchar ou que caísse morto de repente, mas, tendo esperado muito tempo e vendo que nada de estranho lhe sucedia, mudaram de idéia e passaram a dizer que ele era um deus. 
				
 Próximo dali havia uma propriedade pertencente a Públio, o homem principal da ilha. Ele nos convidou a ficar em sua casa e, por três dias, bondosamente nos recebeu e nos hospedou. 
				
 Seu pai estava doente, acamado, sofrendo de febre e disenteria. Paulo entrou para vê-lo e, depois de orar, impôs-lhe as mãos e o curou. 
				
 Tendo acontecido isso, os outros doentes da ilha vieram e foram curados. 
				
 Eles nos prestaram muitas honras e, quando estávamos para embarcar, forneceram-nos os suprimentos que necessitávamos. 
				
 Passados três meses, embarcamos num navio que tinha passado o inverno na ilha; era um navio alexandrino, que tinha por emblema os deuses gêmeos Castor e Pólux. 
				
 Aportando em Siracusa, ficamos ali três dias. 
				
 Dali partimos e chegamos a Régio. No dia seguinte, soprando o vento sul, prosseguimos, chegando a Potéoli no segundo dia. 
				
 Ali encontramos alguns irmãos que nos convidaram a passar uma semana com eles. E depois fomos para Roma. 
				
 Os irmãos dali tinham ouvido falar que estávamos chegando e foram até a praça de Ápio e às Três Vendas para nos encontrar. Vendo-os, Paulo deu graças a Deus e sentiu-se encorajado. 
				
 Quando chegamos a Roma, Paulo recebeu permissão para morar por conta própria, sob a custódia de um soldado. 
				
 Três dias depois, ele convocou os líderes dos judeus. Quando estes se reuniram, Paulo lhes disse: &quot;Meus irmãos, embora eu não tenha feito nada contra o nosso povo nem contra os costumes dos nossos antepassados, fui preso em Jerusalém e entregue aos romanos. 
				
 Eles me interrogaram e queriam me soltar, porque eu não era culpado de crime algum que merecesse pena de morte. 
				
 Todavia, tendo os judeus feito objeção, fui obrigado a apelar para César, não porém, por ter alguma acusação contra o meu próprio povo. 
				
 Por essa razão pedi para vê-los e conversar com vocês. Por causa da esperança de Israel é que estou preso com estas algemas&quot;. 
				
 Eles responderam: &quot;Não recebemos nenhuma carta da Judéia a seu respeito, e nenhum dos irmãos que vieram de lá relatou ou disse qualquer coisa de mal contra você. 
				
 Todavia, queremos ouvir de sua parte o que você pensa, pois sabemos que por todo lugar há gente falando contra esta seita&quot;. 
				
 Assim combinaram encontrar-se com Paulo em dia determinado, indo em grupo ainda mais numeroso ao lugar onde ele estava. Desde a manhã até à tarde ele lhes deu explicações e lhes testemunhou do Reino de Deus, procurando convencê-los a respeito de Jesus, com base na Lei de Moisés e nos Profetas. 
				
 Alguns foram convencidos pelo que ele dizia, mas outros não creram. 
				
 Discordaram entre si mesmos e começaram a ir embora, depois de Paulo ter feito esta declaração final: &quot;Bem que o Espírito Santo falou aos seus antepassados, por meio do profeta Isaías: 
				
 ‘Vá a este povo e diga: &quot;Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão&quot;. 
				
 Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’. 
				
 &quot;Portanto, quero que saibam que esta salvação de Deus é enviada aos gentios; eles a ouvirão! &quot; 
				
 Depois que ele disse isto, os judeus se retiraram, discutindo intensamente entre si. 
				
 Por dois anos inteiros Paulo permaneceu na casa que havia alugado, e recebia a todos os que iam vê-lo. 
				
 Pregava o Reino de Deus e ensinava a respeito do Senhor Jesus Cristo, abertamente e sem impedimento algum. 
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