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		<title>Mark chapter 15</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:33:30 +0000</pubDate>
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 De manhã bem cedo, os chefes dos sacerdotes com os líderes religiosos, os mestres da lei e todo o Sinédrio chegaram a uma decisão. Amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. 
				
 &quot;Você é o rei dos judeus? &quot;, perguntou Pilatos. &quot;Tu o dizes&quot;, respondeu Jesus. 
				
 Os chefes dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas. 
				
 Então Pilatos lhe perguntou novamente: &quot;Você não vai responder? Veja de quantas coisas o estão acusando&quot;. 
				
 Mas Jesus não respondeu nada, e Pilatos ficou impressionado. 
				
 Por ocasião da festa, era costume soltar um prisioneiro que o povo pedisse. 
				
 Um homem chamado Barrabás estava na prisão com os rebeldes que haviam cometido assassinato durante uma rebelião. 
				
 A multidão chegou e pediu a Pilatos que lhe fizesse o que costumava fazer. 
				
 &quot;Vocês querem que eu lhes solte o rei dos judeus? &quot;, perguntou Pilatos, 
				
 sabendo que fora por inveja que os chefes dos sacerdotes lhe haviam entregado Jesus. 
				
 Mas os chefes dos sacerdotes incitaram a multidão a pedir que Pilatos, ao contrário, soltasse Barrabás. 
				
 &quot;Então, que farei com aquele a quem vocês chamam rei dos judeus? &quot;, perguntou-lhes Pilatos. 
				
 &quot;Crucifica-o&quot;, gritaram eles. 
				
 &quot;Por quê? Que crime ele cometeu? &quot;, perguntou Pilatos. Mas eles gritavam ainda mais: &quot;Crucifica-o! &quot; 
				
 Desejando agradar a multidão, Pilatos soltou-lhes Barrabás, mandou açoitar Jesus e o entregou para ser crucificado. 
				
 Os soldados levaram Jesus para dentro do palácio, isto é, ao Pretório e reuniram toda a tropa. 
				
 Vestiram-no com um manto de púrpura, depois fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram nele. 
				
 E começaram a saudá-lo: &quot;Salve, rei dos judeus! &quot; 
				
 Batiam-lhe na cabeça com uma vara e cuspiam nele. Ajoelhavam-se e lhe prestavam adoração. 
				
 Depois de terem zombado dele, tiraram-lhe o manto de púrpura e vestiram-lhe suas próprias roupas. Então o levaram para fora, a fim de crucificá-lo. 
				
 Certo homem de Cirene, chamado Simão, pai de Alexandre e de Rufo, passava por ali, chegando do campo. Eles o forçaram a carregar a cruz. 
				
 Levaram Jesus ao lugar chamado Gólgota, que quer dizer Lugar da Caveira. 
				
 Então lhe deram vinho misturado com mirra, mas ele não o bebeu. 
				
 E o crucificaram. Dividindo as roupas dele, tiraram sortes para saber com o que cada um iria ficar. 
				
 Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. 
				
 E assim estava escrito na acusação contra ele: O REI DOS JUDEUS. 
				
 Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita e outro à sua esquerda, 
				
 e cumpriu-se a Escritura que diz: &quot;Ele foi contado entre os transgressores&quot;. 
				
 Os que passavam lançavam-lhe insultos, balançando a cabeça e dizendo: &quot;Ora, você que destrói o templo e o reedifica em três dias, 
				
 desça da cruz e salve-se a si mesmo! &quot; 
				
 Da mesma forma, os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei zombavam dele entre si, dizendo: &quot;Salvou os outros, mas não é capaz de salvar a si mesmo. 
				
 O Cristo, o Rei de Israel... Desça da cruz, para que o vejamos e creiamos! &quot; Os que foram crucificados com ele também o insultavam. 
				
 E houve trevas sobre toda a terra, do meio dia às três horas da tarde. 
				
 Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta voz: &quot;Eloí, Eloí, lamá sabactâni? &quot; que significa: &quot;Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? &quot; 
				
 Quando alguns dos que estavam presentes ouviram isso, disseram: &quot;Ouçam! Ele está chamando Elias&quot;. 
				
 Um deles correu, embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e deu-a a Jesus para beber. E disse: &quot;Deixem-no. Vejamos se Elias vem tirá-lo daí&quot;. 
				
 Mas Jesus, com um alto brado, expirou. 
				
 E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. 
				
 Quando o centurião que estava em frente de Jesus ouviu o seu brado e viu como ele morreu, disse: &quot;Realmente este homem era o Filho de Deus! &quot; 
				
 Algumas mulheres estavam observando de longe. Entre elas estavam Maria Madalena, Salomé e Maria, mãe de Tiago, o mais jovem, e de José. 
				
 Na Galiléia elas tinham seguido e servido a Jesus. Muitas outras mulheres que tinham subido com ele para Jerusalém também estavam ali. 
				
 Era o Dia da Preparação, isto é, a véspera do sábado. Ao cair da tarde, 
				
 José de Arimatéia, membro de destaque do Sinédrio, que também esperava o Reino de Deus, dirigiu-se corajosamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. 
				
 Pilatos ficou surpreso ao ouvir que ele já tinha morrido. Chamando o centurião, perguntou-lhe se Jesus já tinha morrido. 
				
 Sendo informado pelo centurião, entregou o corpo a José. 
				
 Então José comprou um lençol de linho, baixou o corpo da cruz, envolveu-o no lençol e o colocou num sepulcro cavado na rocha. Depois, fez rolar uma pedra sobre a entrada do sepulcro. 
				
 Maria Madalena e Maria, mãe de José, viram onde ele fora colocado. 
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