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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:20:47 +0000</pubDate>
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				Conheces o tempo em que as cabras monteses dão à luz nos rochedos? Observaste o parto das corças?
				Contaste os meses de sua gravidez, e sabes o tempo de seu parto?
				Elas se abaixam e dão cria, e se livram de suas dores.
				Seus filhos tornam-se fortes e crescem nos campos, apartam-se delas e não voltam mais.
				Quem pôs o asno em liberdade, quem rompeu os laços do burro selvagem?
				Dei-lhe o deserto por morada, a planície salgada como lugar de habitação;
				ele ri-se do tumulto da cidade, não escuta os gritos do cocheiro,
				explora as montanhas, sua pastagem, e nela anda buscando tudo o que está verde.
				Quererá servir-te o boi selvagem, ou quererá passar a noite em teu estábulo?
				Porás uma corda em seu pescoço, ou fenderá ele atrás de ti os teus sulcos?
				Fiarás nele porque sua força é grande, e lhe deixarás o cuidado de teu trabalho?
				Contarás com ele para que te traga para a casa o que semeaste, e que te encha a tua eira?
				A asa da avestruz bate alegremente, não tem asas nem penas bondosas...
				Ela abandona os seus ovos na terra, e os deixa aquecer no solo,
				não pensando que um pé poderá pisá-los e que animais selvagens poderão quebrá-los.
				É cruel com seus filhinhos, como se não fossem seus; não se incomoda de ter sofrido em vão,
				pois Deus lhe negou a sabedoria e não lhe abriu a inteligência.
				Mas quando alça o vôo, ri-se do cavalo e de seu cavaleiro.
				És tu que dás o vigor ao cavalo, e foste tu que enfeitaste seu pescoço com uma crina ondulante?
				Que o fazes saltar como um gafanhoto, relinchando terrivelmente?
				Orgulhoso de sua força, escava a terra com a pata, atira-se à frente das armas.
				Ri-se do medo, nada o assusta, não recua diante da espada.
				Sobre ele ressoa a aljava, o ferro brilhante da lança e o dardo;
				tremendo de impaciência, devora o espaço, o som da trombeta não o deixa no lugar.
				Ao sinal do clarim, diz: Vamos! De longe fareja a batalha, a voz troante dos chefes e o alarido dos guerreiros.
				É graças à tua sabedoria que o falcão alça o vôo, e desdobra as suas asas em direção ao meio-dia?
				É por tua ordem que a águia levanta o vôo, e faz seu ninho nas alturas?
				Ela habita o rochedo, e nele passa a noite, sobre a ponta rochosa e o cimo escarpado.
				De lá espia sua presa, seus olhos penetram as distâncias.
				Seus filhinhos se alimentam de sangue; onde quer que haja cadáveres, ali está ela.
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