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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:51:07 +0000</pubDate>
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				Então, respondeu Elifaz, o temanita:
				Porventura, dará o sábio em resposta ciência de vento? E encher-se-á a si mesmo de vento oriental,
				argüindo com palavras que de nada servem e com razões de que nada aproveita?
				Tornas vão o temor de Deus e diminuis a devoção a ele devida.
				Pois a tua iniqüidade ensina à tua boca, e tu escolheste a língua dos astutos.
				A tua própria boca te condena, e não eu; os teus lábios testificam contra ti.
				És tu, porventura, o primeiro homem que nasceu? Ou foste formado antes dos outeiros?
				Ou ouviste o secreto conselho de Deus e a ti só limitaste a sabedoria?
				Que sabes tu, que nós não saibamos? Que entendes, que não haja em nós?
				Também há entre nós encanecidos e idosos, muito mais idosos do que teu pai.
				Porventura, fazes pouco caso das consolações de Deus e das suaves palavras que te dirigimos nós?
				Por que te arrebata o teu coração? Por que flamejam os teus olhos,
				para voltares contra Deus o teu furor e deixares sair tais palavras da tua boca?
				Que é o homem, para que seja puro? E o que nasce de mulher, para ser justo?
				Eis que Deus não confia nem nos seus santos; nem os céus são puros aos seus olhos,
				quanto menos o homem, que é abominável e corrupto, que bebe a iniqüidade como a água!
				Escuta-me, mostrar-to-ei; e o que tenho visto te contarei,
				o que os sábios anunciaram, que o ouviram de seus pais e não o ocultaram
				(aos quais somente se dera a terra, e nenhum estranho passou por entre eles):
				Todos os dias o perverso é atormentado, no curto número de anos que se reservam para o opressor.
				O sonido dos horrores está nos seus ouvidos; na prosperidade lhe sobrevém o assolador.
				Não crê que tornará das trevas, e sim que o espera a espada.
				Por pão anda vagueando, dizendo: Onde está? Bem sabe que o dia das trevas lhe está preparado, à mão.
				Assombram-no a angústia e a tribulação; prevalecem contra ele, como o rei preparado para a peleja,
				porque estendeu a mão contra Deus e desafiou o Todo-Poderoso;
				arremete contra ele obstinadamente, atrás da grossura dos seus escudos,
				porquanto cobriu o rosto com a sua gordura e criou enxúndia nas ilhargas;
				habitou em cidades assoladas, em casas em que ninguém devia morar, que estavam destinadas a se fazerem montões de ruínas.
				Por isso, não se enriquecerá, nem subsistirá a sua fazenda, nem se estenderão seus bens pela terra.
				Não escapará das trevas; a chama do fogo secará os seus renovos, e ao assopro da boca de Deus será arrebatado.
				Não confie, pois, na vaidade, enganando-se a si mesmo, porque a vaidade será a sua recompensa.
				Esta se lhe consumará antes dos seus dias, e o seu ramo não reverdecerá.
				Sacudirá as suas uvas verdes, como a vide, e deixará cair a sua flor, como a oliveira;
				pois a companhia dos ímpios será estéril, e o fogo consumirá as tendas de suborno.
				Concebem a malícia e dão à luz a iniqüidade, pois o seu coração só prepara enganos.
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